De Assis: PT não vê problemas em candidaturas e demandas de aliados

O presidente do PT Ceará, Fco. de Assis Diniz, avalia que ainda há muito o que conversar para uma definição das candidaturas à presidência que estarão na disputa em 2018. No caso das eleições estaduais, para De Assis, esse processo é também muito complexo por envolver a eleição das bancadas parlamentares e tudo o que for decidido deve ser fruto de muito dialogo

O presidente do PT Ceará, Fco. de Assis Diniz, avalia que ainda há muito o que conversar para uma definição das candidaturas à presidência que estarão na disputa em 2018. No caso das eleições estaduais, para De Assis, esse processo é também muito complexo por envolver a eleição das bancadas parlamentares e tudo o que for decidido deve ser fruto de muito dialogo
O presidente do PT Ceará, Fco. de Assis Diniz, avalia que ainda há muito o que conversar para uma definição das candidaturas à presidência que estarão na disputa em 2018. No caso das eleições estaduais, para De Assis, esse processo é também muito complexo por envolver a eleição das bancadas parlamentares e tudo o que for decidido deve ser fruto de muito dialogo (Foto: Fatima 247)
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Ceará 247 - O presidente do PT Ceará, Fco. de Assis Diniz, avalia que ainda há muito o que conversar para uma definição das candidaturas à presidência que estarão na disputa em 2018. "Esse processo está vinculado ao debate da busca de identidade e de construção programática. É natural e legítimo que numa eleição de dois turnos os partidos busquem se reafirmar. Nós não vemos como um problema o lançamento de candidaturas e nem de demandas de aliados. Isso faz parte da política, que deve ser sinônimo de diálogo". 

No caso das eleições estaduais, para De Assis, esse processo é também muito complexo por envolver a eleição das bancadas parlamentares. Na avaliação do presidente do PT Ceará, ainda há muito o que conversar, entre os partidos aliados. O governador é do PT e tem uma base partidária de apoio muito ampla, na Assembleia Legislativa. "Não podemos deixar de levar em conta as demandas dos nossos aliados e com muito diálogo, garantir um grande palanque para Camilo e para Lula, no Ceará. Isso não significa o PT abrir mão dos seus interesses, mas também vamos respeitar os interesses dos demais partidos. Tenho certeza que chegaremos a um consenso.

De Assis está convocando uma reunião do Diretório Estadual para o próximo dia 2 de dezembro para tratar do assunto. Após essa reunião, terá uma avaliação mais clara do sentimento dos integrantes do partido. "No PT, temos primeiro que conversar internamente, porque as decisões são coletivas. A partir daí, abrimos o diálogo com os aliados". 

 

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