Dia de Paralisações começa com bloqueio de garagens em Porto Alegre

Representantes de centrais sindicais e movimentos sociais bloquearam as principais garagens das empresas de ônibus de Porto Alegre como parte das ações do Dia Nacional de Paralisações Rumo a Greve Geral, que ocorreu em diversas capitais; a mobilização foi convocada contra as propostas de reforma trabalhista e previdenciária em discussão pelo governo Temer  

Representantes de centrais sindicais e movimentos sociais bloquearam as principais garagens das empresas de ônibus de Porto Alegre como parte das ações do Dia Nacional de Paralisações Rumo a Greve Geral, que ocorreu em diversas capitais; a mobilização foi convocada contra as propostas de reforma trabalhista e previdenciária em discussão pelo governo Temer
 
Representantes de centrais sindicais e movimentos sociais bloquearam as principais garagens das empresas de ônibus de Porto Alegre como parte das ações do Dia Nacional de Paralisações Rumo a Greve Geral, que ocorreu em diversas capitais; a mobilização foi convocada contra as propostas de reforma trabalhista e previdenciária em discussão pelo governo Temer   (Foto: Leonardo Lucena)

Por Luís Eduardo Gomes, Sul 21 - Representantes de centrais sindicais e movimentos sociais bloquearam, durante a madrugada e até por volta das 7h, as principais garagens das empresas de ônibus de Porto Alegre como parte das ações do Dia Nacional de Paralisações Rumo a Greve Geral, que ocorreu em diversas capitais.  A mobilização foi convocada contra as propostas de reforma trabalhista e previdenciária em discussão pelo governo Temer.

O ponto mais conturbado da mobilização ocorreu diante da garagem da Carris (Rua Albion), onde um grupo capitaneado pela Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil  (CTB) tentava impedir a saída dos ônibus durante a madrugada. No entanto, por volta das 5h, a Brigada Militar utilizou bombas de efeito moral e spray de pimenta pra forçar a liberação do local.

Os manifestantes ainda permaneceram no local até por volta das 6h30, quando saíram em marcha pela Av. Bento Gonçalves em direção à Rodoviária.

Ao longo do caminho, os manifestantes foram explicando às pessoas que esperavam ônibus nas paradas e observavam na rua os motivos da mobilização, cantando palavras de ordem como: “Para barrar o ajuste fiscal é Fora Temer e ajuste fiscal” e “Jornada de trabalho não vai aumentar não, pega essa crise e põe na conta do patrão”. A marcha foi recebida com manifestações de apoio e críticas de pessoas que passavam por ela de carro e a pé.

Simultaneamente, bloqueios foram realizados nas garagens das empresas privadas de ônibus até por volta das 7h, quando os manifestantes localizados diante destes locais também iniciaram caminhadas que se estenderam por diversos pontos da cidade até a Rodoviária, onde as centrais sindicais marcaram de se encontrar.

Um ato de bloqueio da Ponte do Guaíba também foi realizado no início da manhã.

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