Fonteles: “o governo fez a sua parte e o custeio foi reduzido”

O secretário Estadual de Fazenda, Rafael Fonteles, garantiu que reduziu os gastos para enfrentar a crise econômica nacional, que impacta os estados; de acordo com Fonteles, o estado vem adotando medidas amargas para evitar um colapso financeiro; "O governo fez sua parte e o custeio foi reduzido, o que é mais importante que diminuir coordenadorias", afirmou

O secretário Estadual de Fazenda, Rafael Fonteles, garantiu que reduziu os gastos para enfrentar a crise econômica nacional, que impacta os estados; de acordo com Fonteles, o estado vem adotando medidas amargas para evitar um colapso financeiro; "O governo fez sua parte e o custeio foi reduzido, o que é mais importante que diminuir coordenadorias", afirmou
O secretário Estadual de Fazenda, Rafael Fonteles, garantiu que reduziu os gastos para enfrentar a crise econômica nacional, que impacta os estados; de acordo com Fonteles, o estado vem adotando medidas amargas para evitar um colapso financeiro; "O governo fez sua parte e o custeio foi reduzido, o que é mais importante que diminuir coordenadorias", afirmou (Foto: Leonardo Lucena)

Piauí 247 - O secretário Estadual de Fazenda, Rafael Fonteles, garantiu nesta terça-feira (17), que reduziu os gastos para enfrentar a crise econômica nacional, que impacta os estados. 

De acordo com Fonteles, o estado vem adotando medidas amargas para evitar um colapso financeiro. "O governo fez sua parte e o custeio foi reduzido, o que é mais importante que diminuir coordenadorias", afirmou o titular da pasta durante entrevista ao Jornal do Piauí.

O governo enviou à Assembleia Legislativa um pacote de medidas que aumenta impostos. O secretário afirmou que as ações são fundamentais para o estado não comprometer suas finanças.

Fontes disse que os servidores comissionados só impactam 2% na folha de pagamento e que o grande déficit é o da previdência social. 

O titular da Sefaz também negou calote aos fornecedores e disse que os contratos serão pagos no momento certo. De acordo com Fonteles, o decreto de nº 17.404 de 06/10/2017 é uma "medida normal" e de transparência das finanças. "Estamos fazendo a mesma coisa que se faz nos anos anteriores dando transparência  o que é prioridade para ser pago e manter os serviços essenciais funcionando. É um decreto absolutamente normal", disse.

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