Intoxicação alcoólica é 2ª causa de atendimentos no Carnaval

Os casos de intoxicação alcoólica são responsáveis pela segunda causa de atendimentos nos módulos de assistência montados pela Prefeitura nos circuitos da folia; desde a última quinta-feira até às 6h desta segunda-feira (03), foram contabilizados 353 casos, ficando atrás apenas dos atendimentos realizados em consequência das agressões físicas, que totalizaram 631; o Circuito Dodô responde pela maior incidência das ocorrências com 79% dos registros

Os casos de intoxicação alcoólica são responsáveis pela segunda causa de atendimentos nos módulos de assistência montados pela Prefeitura nos circuitos da folia; desde a última quinta-feira até às 6h desta segunda-feira (03), foram contabilizados 353 casos, ficando atrás apenas dos atendimentos realizados em consequência das agressões físicas, que totalizaram 631; o Circuito Dodô responde pela maior incidência das ocorrências com 79% dos registros
Os casos de intoxicação alcoólica são responsáveis pela segunda causa de atendimentos nos módulos de assistência montados pela Prefeitura nos circuitos da folia; desde a última quinta-feira até às 6h desta segunda-feira (03), foram contabilizados 353 casos, ficando atrás apenas dos atendimentos realizados em consequência das agressões físicas, que totalizaram 631; o Circuito Dodô responde pela maior incidência das ocorrências com 79% dos registros (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - Os casos de intoxicação alcoólica são responsáveis pela segunda causa de atendimentos nos módulos de assistência montados pela Prefeitura nos circuitos da folia.

Desde a última quinta-feira até às 6h desta segunda-feira (03), foram contabilizados 353 casos, ficando atrás apenas dos atendimentos realizados em consequência das agressões físicas, que totalizaram 631. O Circuito Dodô responde pela maior incidência das ocorrências com 79% dos registros.

Pesquisa do Ministério da Saúde (Vigitel) revelou em 2011 que Salvador é a capital brasileira onde mais se consume bebida alcoólica de forma excessiva, além das soteropolitanas serem as mulheres que mais bebem em todo o país. Já os homens da capital baiana ocupam o segundo lugar, atrás apenas dos de Teresina (PI).

A ingestão de álcool etílico (etanol) é seguida de rápida absorção gastrointestinal, provocando vários níveis de depressão do sistema nervoso central e alterações do comportamento. Altas doses podem levar inclusive ao coma alcoólico.

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