Operários que venderam ingressos serão demitidos

Os operários do consórcio OAS e Odebrecht, responsável pelas obras da Arena Fonte Nova, flagrados comercializando ingressos de forma irregular para o jogo de abertura do estádio, no próximo dia 7, deverão ser demitidos; em nota, o consórcio lamentou o ocorrido e qualificou como “inadmissível a atitude de alguns colaboradores que se aproveitaram do momento de trabalho para obter vantagens durante a venda no setor norte do estádio"

Operários que venderam ingressos serão demitidos
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BA 247 - Como se não bastasse a confusão durante a abertura da venda de ingresso para o clássico BA-Vi para o jogo de reinauguração da Arena Fonte Nova, vários operários do consórcio responsável pela s obras do estádio foram flagrados comercializando ingressos de forma irregular. Em nota, o consórcio formados pela OAS e Odebrecht, lamentou o ocorrido e qualificou como “inadmissível a atitude de alguns colaboradores que se aproveitaram do momento de trabalho para obter vantagens durante a venda no setor norte do estádio", destinado à torcida do Bahia. As imagens serão analisadas e os funcionários que forem identificados deverão ser demitidos. No tumulto da quinta-feira (29), seis pessoas ficaram feridas em um confronto com policiais militares. A Arena Fonte Nova será reaberta no próximo dia 7 e todos os 41,5 mil ingressos colocados à venda estão esgotados.

Por conta dos tumultos, a Comissão de Defesa do Consumidor e Relações de Trabalho na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) pretende convocar a direção do consórcio para prestas esclarecimentos sobre o episódio. De acordo com o deputado Uziel Bueno (PTN), "O aconteceu ali foi um total desrespeito. É óbvio que era uma tragédia anunciada. A capacidade da arena foi reduzida e é claro que a demanda seria maior que a oferta. A arena tem que criar mecanismos para que o consumidor seja respeitado e não ter que apanhar de polícia e levar spray na cara", disse o parlamentar ao Bahia Notícias. "Operário se passando por cambista é inconcebível. Imagine o que pode acontecer na Copa das Confederações e Copa do Mundo... Se isso voltar a ocorrer, será uma vergonha internacional", completou.

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