PF instaura inquérito após ocupação do MTST a triplex

A Polícia Federal instaurou um inquérito com o objetivo de apurar a ocupação do MTST no triplex em Guarujá (SP); peritos foram ao apartamento para avaliar eventuais danos; a aproximadamente 50 integrantes do MTST e da Frente Povo Sem Medo invadiram o Edifício Solaris; "Se o triplex é do Lula, podemos permanecer. Se não é, por que ele está preso?", argumentou Josué Rocha, membro do MTST

A Polícia Federal instaurou um inquérito com o objetivo de apurar a ocupação do MTST no triplex em Guarujá (SP); peritos foram ao apartamento para avaliar eventuais danos; a aproximadamente 50 integrantes do MTST e da Frente Povo Sem Medo invadiram o Edifício Solaris; "Se o triplex é do Lula, podemos permanecer. Se não é, por que ele está preso?", argumentou Josué Rocha, membro do MTST
A Polícia Federal instaurou um inquérito com o objetivo de apurar a ocupação do MTST no triplex em Guarujá (SP); peritos foram ao apartamento para avaliar eventuais danos; a aproximadamente 50 integrantes do MTST e da Frente Povo Sem Medo invadiram o Edifício Solaris; "Se o triplex é do Lula, podemos permanecer. Se não é, por que ele está preso?", argumentou Josué Rocha, membro do MTST (Foto: Leonardo Lucena)
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SP 247 - A Polícia Federal instaurou, na tarde desta segunda-feira (16), um inquérito com o objetivo de apurar a ocupação realizada pelo MTST no triplex do Guarujá (SP), que a Justiça diz ser do ex-presidente Lula. Peritos foram ao apartamento para avaliar eventuais danos.

Cerca de 50 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e da Frente Povo Sem Medo entraram no Edifício Solaris, na orla da Praia das Astúrias.  "Se o triplex é do Lula, podemos ocupar. Se não é, por que ele está preso?", questionava o movimento.

Após quatro horas no local, os manifestantes desocuparam por causa das negociações com equipes da Polícia Militar, que acompanharam o ato. A PF investigará o ocorrido, porque a Justiça bloqueou o apartamento, que está sob responsabilidade da União, para ser leiloado em maio.

A ocupação acontece nove dias após o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se entregar à PF em São Paulo e chegar a Curitiba (PR) para dar início ao cumprimento da pena de 12 anos e 1 mês de prisão aplicada pelo Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF4), sediado em Porto Alegre, no processo em que Lula foi acusado de ter recebido o apartamento como propina da empreiteira OAS. 

A legalidade da condenação levanta dúvidas. Na apresentação da denúncia, em setembro de 2016, o procurador Henrique Pozzobon admitiu que não "prova cabal" de que o ex-presidente era  proprietário do apartamento. Depois, em janeiro deste ano, a Justiça do Distrito Federal determinou a penhora dos bens da construtora, dentre eles o triplex que a Operação Lava Jato atribuiu a Lula.

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