Teixeira: Dallagnol, para combater a corrupção sugiro ouvir Tacla Duran

O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) deixou um recado no Twitter para o procurador da Operação Lava Jato Deltan Dallagnol: "Caro Dallagnol. Para combater a corrupção sugiro que o Ministério Publico ouça o advogado Tacla Duran. Ele tem muito a dizer sobre isso! @deltanmd"

Teixeira: Dallagnol, para combater a corrupção sugiro ouvir Tacla Duran
Teixeira: Dallagnol, para combater a corrupção sugiro ouvir Tacla Duran

SP 247 - O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) deixou um recado no Twitter para o procurador da Operação Lava Jato Deltan Dallagnol: "Caro Dallagnol. Para combater a corrupção sugiro que o Ministério Publico ouça o advogado Tacla Duran. Ele tem muito a dizer sobre isso! @deltanmd".

Em junho, o ex-advogado da Odebrecht Rodrigo Tacla Durán declarou que todos precisam conhecer o lado obscuro de Sergio Moro. Entre outras críticas ao juiz da Lava Jato, o advogado apontou que o cerceamento ao direito de defesa é um dos métodos do magistrado.

"Moro emite opinião contra réu. Isso é pré-julgamento que viola um princípio básico de direitos humanos, pois os julgamentos precisam ser técnicos, isentos e imparciais", disse Tacla Durán em depoimento à Comissão de Direitos Humanos da Câmara, por meio de videoconferência.

Moro negou quatro vezes pedidos para que Tacla Duran fosse ouvido como testemunha do ex-presidente Lula. Entre os motivos apresentados, Moro alegou "endereço desconhecido" - a Justiça espanhola tem o endereço do advogado - e "custo muito oneroso" - sendo que o depoimento poderia ser feito como à Câmara, por vídeo conferência.

Antes do depoimento, o advogado já havia levantado suspeitas sobre o pagamento de verba para melhorias em acordos de delações premiadas. Duran afirmou que um amigo e padrinho de casamento de Moro, o advogado Carlos Zucolotto (ex-sócio de Rosângela Wolff Moro, esposa de Moro), teria cobrado mais de US$ 5 milhões “por fora” para “melhorar” o acordo de delação de Duran com os procuradores da Lava Jato.

Em novembro de 2016, Moro decretou a prisão preventiva de Duran, que foi preso na Espanha, mas libertado porque tem dupla cidadania, o que impediu a extradição.

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