Temer e Marcela também fizeram turismo na Bahia com verba pública

Em meio à denúncia de que voou de graça no jato do empresário Joesley Batista, dono da JBS, o site Congresso em Foco lembra ainda uma outra farra de Michel Temer com dinheiro público; quando era presidente da Câmara, em 2009, o peemedebista fez turismo com verba pública com a família na Bahia, curiosamente o mesmo destino para onde ele foi na aeronave do delator da Lava Jato; o fato chegou a ser admitido por Temer, que na época o minimizou, dizendo que não era ilegal

Em meio à denúncia de que voou de graça no jato do empresário Joesley Batista, dono da JBS, o site Congresso em Foco lembra ainda uma outra farra de Michel Temer com dinheiro público; quando era presidente da Câmara, em 2009, o peemedebista fez turismo com verba pública com a família na Bahia, curiosamente o mesmo destino para onde ele foi na aeronave do delator da Lava Jato; o fato chegou a ser admitido por Temer, que na época o minimizou, dizendo que não era ilegal
Em meio à denúncia de que voou de graça no jato do empresário Joesley Batista, dono da JBS, o site Congresso em Foco lembra ainda uma outra farra de Michel Temer com dinheiro público; quando era presidente da Câmara, em 2009, o peemedebista fez turismo com verba pública com a família na Bahia, curiosamente o mesmo destino para onde ele foi na aeronave do delator da Lava Jato; o fato chegou a ser admitido por Temer, que na época o minimizou, dizendo que não era ilegal (Foto: Gisele Federicce)

247 - Em meio à denúncia de que voou de graça no jato do empresário Joesley Batista, dono da JBS, o site Congresso em Foco lembra ainda uma outra farra de Michel Temer com dinheiro público; quando era presidente da Câmara, em 2009, o peemedebista fez turismo com verba pública com a família na Bahia, curiosamente o mesmo destino para onde ele foi na aeronave do delator da Lava Jato.

O fato chegou a ser admitido por Temer, que na época o minimizou, dizendo que não era ilegal. Na ocasião, o portal divulgou a denúncia que ficou conhecida como farra das passagens.

"Ao todo, 443 ex-deputados foram denunciados pelo Ministério Público no ano passado por uso indevido de dinheiro público. O crime atribuído a eles é de peculato, cuja pena varia de dois a 12 anos de prisão em caso de condenação. Entre os denunciados, estão figuras conhecidas nacionalmente, como o ministro Moreira Franco, hoje secretária-geral da Presidência, o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), e o ex-governador e presidenciável Ciro Gomes (PDT-CE)", lembra reportagem do portal.

Leia aqui a íntegra.

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