Tijolaço: Doria apelou a Kim contra Bolsonaro

É claro que este movimento tem patrocínio: visa a dotar o tucanato de uma máquina de propaganda na internet que seja capaz de enfrentar o “mitismo” de Jair Bolsonaro, que abocanhou o voto do pensamento obtuso; leia o artigo de Fernando Brito, editor do Tijolaço

É claro que este movimento tem patrocínio: visa a dotar o tucanato de uma máquina de propaganda na internet que seja capaz de enfrentar o “mitismo” de Jair Bolsonaro, que abocanhou o voto do pensamento obtuso; leia o artigo de Fernando Brito, editor do Tijolaço
É claro que este movimento tem patrocínio: visa a dotar o tucanato de uma máquina de propaganda na internet que seja capaz de enfrentar o “mitismo” de Jair Bolsonaro, que abocanhou o voto do pensamento obtuso; leia o artigo de Fernando Brito, editor do Tijolaço (Foto: Leonardo Attuch)
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Por Fernando Brito, editor do Tijolaço

Cômica, apesar de refletir a trágica decadência da direita paulista, a matéria da Folha, hoje, sobre a “fusão” entre o MBL de Kim Kataguiri o com os “cabeças pretas” do cabelos alourados do ainda este ano sessentão João Dória.

A bancada jovem tucana que quer o desembarque do partido do governo de Michel Temer deve se unir ao MBL (Movimento Brasil Livre) para as eleições de 2018, dentro ou fora do PSDB. As conversas entre os parlamentares do grupo, conhecido como “cabeças pretas”, e os coordenadores do movimento de direita que foi um dos protagonistas dos atos pelo impeachment de Dilma Rousseff têm se intensificado com o avanço do calendário pré-eleitoral.

O texto, de Angela Boldrini, diz que enquanto os tucanos estão de olho na “força” dos kati-guris nas redes sociais, os gatos pingados do MBL miram a eleição de Kinzinho como deputado.

Se Tasso Jereissati sair da direção do PSDB e o partido for ainda mais para as mãos da dupla Aécio-Temer, aí pensam em migrar para outro partido, um tal de “Livres” que, como ninguém sabe o que é, só teria sentido se saísse com um candidato “coxinha” à presidente, o que não deixa muitas dúvidas sobre quem seria.

É claro que este movimento tem patrocínio: visa a dotar o tucanato de uma máquina de propaganda na internet que seja capaz de enfrentar o “mitismo” de Jair Bolsonaro, que abocanhou o voto do pensamento obtuso.

Não existe se tiverem de deixar o PSDB, onde sua entrada dá alergia aos ex-intelectuais de punhos de renda.

Mas, se tiverem de fazer um novo partido, quem sabe a soma do líder máximo Kim Kataguiri com o maneirismo com que se dá risadas nas mensagens de internet, veículo predileto para os poucos que querem parecer muitos, possa sugerir uma sigla: KKKKKKKKKKK .

Assim, mais repetidos, para não se confundir com a KKK, da Ku-Klux-Klan.

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