Colunista do Valor destroi Doria, que tem feito merchandising para os amigos

"Se não é o governo que atende a população, mas os empresários, a política beira a irrelevância. Abandona a mediação de interesses para fomentar o ódio aos culpados. No caso de Doria, a petistas e pichadores", escreve a jornalista Maria Cristina Fernandes; segundo ela, o prefeito de São Paulo, "que ascendeu na vida empresarial retribuindo seus mais generosos patrocinadores com acesso privilegiado aos palestrantes de seus eventos", agora "custa a convencer ter abandonado tão repentinamente o modus operandi"

"Se não é o governo que atende a população, mas os empresários, a política beira a irrelevância. Abandona a mediação de interesses para fomentar o ódio aos culpados. No caso de Doria, a petistas e pichadores", escreve a jornalista Maria Cristina Fernandes; segundo ela, o prefeito de São Paulo, "que ascendeu na vida empresarial retribuindo seus mais generosos patrocinadores com acesso privilegiado aos palestrantes de seus eventos", agora "custa a convencer ter abandonado tão repentinamente o modus operandi"
"Se não é o governo que atende a população, mas os empresários, a política beira a irrelevância. Abandona a mediação de interesses para fomentar o ódio aos culpados. No caso de Doria, a petistas e pichadores", escreve a jornalista Maria Cristina Fernandes; segundo ela, o prefeito de São Paulo, "que ascendeu na vida empresarial retribuindo seus mais generosos patrocinadores com acesso privilegiado aos palestrantes de seus eventos", agora "custa a convencer ter abandonado tão repentinamente o modus operandi" (Foto: Gisele Federicce)
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247 - A jornalista do Valor Econômico Maria Cristina Fernandes escreve um artigo sobre a relação do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), e os empresários que fazem doações de produtos e serviços à prefeitura a pedido do tucano. 

Para a colunista, Doria, "que ascendeu na vida empresarial retribuindo seus mais generosos patrocinadores com acesso privilegiado aos palestrantes de seus eventos", agora "custa a convencer ter abandonado tão repentinamente o modus operandi" quando diz que não há 'toma lá dá cá' nessa relação.

"Se não é o governo que atende a população, mas os empresários, a política beira a irrelevância. Abandona a mediação de interesses para fomentar o ódio aos culpados. No caso de Doria, a petistas e pichadores. Parece pouco, especialmente depois de um carnaval marcado pelo fora-Temer, mas pode dar ao inquilino do Edifício Matarazzo a chance de colocar sua carreira política a salvo da maldição que atinge os ocupantes do cargo e chegar a 2018 fresco como uma fragância de capim-limão", avalia.

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