Economist destaca ‘vítimas de Fachin’ e denúncia contra Temer

Reportagem de duas páginas da revista britânica sobre a 'lista de Fachin' compara a delação da Odebrecht à "força de um lançamento do Netflix"; "Temer está se esforçando para projetar um ar de normalidade", diz o texto; publicação demonstra não acreditar que haja novos protestos da população contra os novos escândalos, como aconteceu em 2013; "Temer tem sorte que os eleitores estejam com uma postura mais cínica do que incendiária", diz a reportagem

Reportagem de duas páginas da revista britânica sobre a 'lista de Fachin' compara a delação da Odebrecht à "força de um lançamento do Netflix"; "Temer está se esforçando para projetar um ar de normalidade", diz o texto; publicação demonstra não acreditar que haja novos protestos da população contra os novos escândalos, como aconteceu em 2013; "Temer tem sorte que os eleitores estejam com uma postura mais cínica do que incendiária", diz a reportagem
Reportagem de duas páginas da revista britânica sobre a 'lista de Fachin' compara a delação da Odebrecht à "força de um lançamento do Netflix"; "Temer está se esforçando para projetar um ar de normalidade", diz o texto; publicação demonstra não acreditar que haja novos protestos da população contra os novos escândalos, como aconteceu em 2013; "Temer tem sorte que os eleitores estejam com uma postura mais cínica do que incendiária", diz a reportagem (Foto: Gisele Federicce)

247 - A revista The Economist dedicou duas páginas de sua nova edição, que sai neste fim de semana, para uma reportagem sobre a 'lista de Fachin' (leia aqui, em inglês).

O texto, que traz como chamada "As vítimas de Fachin", e como título "Novas sondagens de corrupção no Brasil e suas consequências", compara a delação da Odebrecht à "força de um lançamento do Netflix".

"Temer está se esforçando para projetar um ar de normalidade", diz a matéria, que destaca a denúncia, segundo delatores, de que o peemedebista esteve em um encontro onde foi combinado um repasse ilegal de US$ 40 milhões para seu partido, o PMDB.

A publicação demonstra não acreditar que haja novos protestos da população contra os novos escândalos, como aconteceu em 2013. "Temer tem sorte que os eleitores estejam com uma postura mais cínica do que incendiária", diz.

"Não há planos de que se repita os grandes protestos anticorrupção que ajudara a tirar Dilma Rousseff no ano passado", acrescenta.

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