Estadão diz que é “tarde demais” para Dilma dialogar

Em um editorial arrogante, jornal da família Mesquita diz que, na tentativa de diálogo com os parlamentares, Dilma Rousseff "não tem muito a oferecer"; e com a população, a petista "perdeu a credibilidade com os brasileiros"; "É louvável que Dilma esteja disposta a dialogar para tirar o País da crise. Pena que tenha esperado sete meses para se dispor a tanto", diz o texto

Em um editorial arrogante, jornal da família Mesquita diz que, na tentativa de diálogo com os parlamentares, Dilma Rousseff "não tem muito a oferecer"; e com a população, a petista "perdeu a credibilidade com os brasileiros"; "É louvável que Dilma esteja disposta a dialogar para tirar o País da crise. Pena que tenha esperado sete meses para se dispor a tanto", diz o texto
Em um editorial arrogante, jornal da família Mesquita diz que, na tentativa de diálogo com os parlamentares, Dilma Rousseff "não tem muito a oferecer"; e com a população, a petista "perdeu a credibilidade com os brasileiros"; "É louvável que Dilma esteja disposta a dialogar para tirar o País da crise. Pena que tenha esperado sete meses para se dispor a tanto", diz o texto (Foto: Gisele Federicce)
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247 – Em um editorial arrogante publicado nesta terça-feira 11, o jornal O Estado de S. Paulo, dirigido por Francisco de Mesquita Neto, destaca os percentuais de rejeição da população à presidente Dilma Rousseff e afirma que é "tarde demais" para a petista querer dialogar, seja com sua base, no Congresso Nacional, ou com os movimentos sociais, que representam a população.

Em relação aos parlamentares, "Dilma não tem muito a oferecer" na atual conjuntura, diz o texto. E com a população, a presidente "perdeu a credibilidade entre os brasileiros". "É louvável que Dilma esteja disposta a dialogar para tirar o País da crise. Pena que tenha esperado sete meses para se dispor a tanto", critica.

"É patética a tentativa de engabelar a sociedade chamando para dialogar entidades que nos últimos 12 anos foram cooptadas pelo lulopetismo e contaminadas pela sua perda de credibilidade. A crise escapou do controle de um governo democraticamente eleito, mas que, por seus próprios erros, agoniza no pântano da impopularidade", ataca ainda o jornal da família Mesquita.

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