Guerra de Bolsonaro e militares contra democracia nos arrepia, diz Eliane Cantanhêde

Jornalista que também deu apoio ao golpe de 2016 hoje lamenta o ataque ao que restou das instituições

Jornalista alerta para mais aumento de casos do coronavírus entre os mais pobres
Jornalista alerta para mais aumento de casos do coronavírus entre os mais pobres (Foto: Dir.: Carolina Antunes - PR)
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247 – A jornalista Eliane Cantanhêde, que também apoiou o golpe de 2016 contra a ex-presidente Dilma Rousseff, hoje lamenta o ataque do governo de Jair Bolsonaro e seus generais contra o que sobrou das instituições democráticas. "Em resumo, portanto, temos que o presidente, o vice e o ministro da Defesa anunciam ao País que não aceitam julgamentos do STF, do TSE e do Congresso. Não por que eventualmente contrariem a Constituição e as leis, mas os que ameacem suas posições e interesses. E isso é álcool na fogueira de manifestações antidemocráticas", diz ela, em sua coluna.

"Quem ameaçou primeiro, porém, tem armas, arsenal literalmente mais letal. E é aí que essa guerra se torna assimétrica e nos arrepia. De um lado, a democracia, com apoios e uma resistência difusa, mas atuante, na sociedade civil. Do outro, as armas – e não só das FA. Onde Bolsonaro quer chegar? Até onde as nossas Forças Armadas se sujeitam a ir? E qual a força da munição do Supremo, do Congresso e do TSE para resistir?", questiona Eliane.

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