247 – Internautas repudiaram o assassinato de Pilson Pereira da Silva, de 69 anos, e de Rui Luiz Bogo, de 81 anos, cometido por Ines Gemilaki, de 48 anos, e Bruno Gemilaki Dal Poz, de 28 anos, em Peixoto de Azevedo (MT). De acordo com investigadores, a suspeita é de que a motivação do crime seja a falta de acordo sobre o pagamento de aluguel da casa invadida no o último domingo (21), quando ocorreu o crime. Os dois atiradores se entregaram à polícia.
Em uma das redes sociais, a expressão “bolsonarismo mata” chegou à seção Assuntos do Momento. Ines e Bruno fazem partes do grupo CACs – Colecionadores, Atiradores Desportivos e Caçadores. “Bolsonarismo mata: é impressionante: nunca falha! Sem anistia”, escreveu um perfil em rede social.
Outra pessoa disse que foi o “crime bárbaro”. “É sobre a mulher, bolsonarista raiz, que junto com seu filho médico, invadiram uma casa, entraram atirando e mataram dois idosos. Bolsonarismo mata”.
No Jair Bolsonaro (2019-2022), mais de um milhão de armas foram registradas – 1.3 milhão novos armamentos entraram em circulação nesse período, segundo dados colhidos por meio da Lei de Acesso à Informação, apontaram estatísticas analisadas pelo Instituto Sou da Paz e Instituto Igarapé.
Números do Anuário de Segurança Pública mostraram que, na gestão bolsonarista até 1º de julho de 2022, os registros de armas de fogo aumentaram 474%. As estatísticas são referentes às atividades de CAC.
De acordo com a legislação, o porte de armas de uso permitido sem registro pode levar a uma pena de dois a quatro anos de prisão. Se um CAC for flagrado portando uma arma sem registro, poderá ter uma pena de três a seis anos, e multa.
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