Kotscho: nos telejornais, Brasil vira caso de polícia

"Parece que voltamos aos tempos daqueles programas policiais de final de tarde em que jorrava sangue e voavam balas num festival de violência e de desgraças, corpos estirados no chão", diz o jornalista Ricardo Kotscho. "Só que agora este noticiário invadiu o horário nobre em todos os telejornais, a começar pelo principal deles, o Jornal Nacional. O Brasil virou um caso de polícia, e não só por causa dos políticos", diz

"Parece que voltamos aos tempos daqueles programas policiais de final de tarde em que jorrava sangue e voavam balas num festival de violência e de desgraças, corpos estirados no chão", diz o jornalista Ricardo Kotscho. "Só que agora este noticiário invadiu o horário nobre em todos os telejornais, a começar pelo principal deles, o Jornal Nacional. O Brasil virou um caso de polícia, e não só por causa dos políticos", diz
"Parece que voltamos aos tempos daqueles programas policiais de final de tarde em que jorrava sangue e voavam balas num festival de violência e de desgraças, corpos estirados no chão", diz o jornalista Ricardo Kotscho. "Só que agora este noticiário invadiu o horário nobre em todos os telejornais, a começar pelo principal deles, o Jornal Nacional. O Brasil virou um caso de polícia, e não só por causa dos políticos", diz (Foto: Leonardo Lucena)

247 - "Parece que voltamos aos tempos daqueles programas policiais de final de tarde em que jorrava sangue e voavam balas num festival de violência e de desgraças, corpos estirados no chão", diz o jornalista Ricardo Kotscho. "Só que agora este noticiário invadiu o horário nobre em todos os telejornais, a começar pelo principal deles, o Jornal Nacional. O Brasil virou um caso de polícia, e não só por causa dos políticos. É a vida real", afirma.

"Não sei se os caros leitores já notaram, mas nas últimas semanas a primeira meia hora do JN só tem matérias com rebeliões em presídios, mulheres de vítimas da violência chorando, acidentes de todo tipo, famílias e veículos destruídos, greves de policiais, assaltos com bombas em caixas automáticos, bandalheiras variadas e perseguição policial, bem na hora do jantar", acrescenta.

De acordo com o jornalista, "está morrendo mais gente nos nossos telejornais do que nas novelas, o que não é comum". "Se não é aqui, tem a interminável guerra civil da Síria e o eterno conflito no Oriente Médio, o gordinho sinistro da Coréia do Norte, atentados a bomba e refugiados para todo lado", continua.

"Fora isso, é o colapso galopante na saúde, casos de febre amarela em São Paulo, enchentes, a novela de Cristiane Brasil-sil-sil no Ministério do Trabalho, as tuitadas de Donald Trump, as idas e vindas do presidente Temer nos hospitais. É um verdadeiro massacre noticioso".

Leia a íntegra no Balaio do Kotscho

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