Moro e Dallagnol são criticados na ONU

O ex-juiz Sergio Moro, atual ministro da Justiça e Segurança Pública do governo de extrema-direita do Brasil, e o procurador Deltan Dallagnol foram duramente criticados na ONU por 25 entidades; a opinião defendida no Conselho de Direitos Humanos alerta que há uma "erosão" da confiança na judicatura e pedem que o Estado brasileiro garanta a prestação de contas de autoridades responsáveis pelo abuso de poder e corrupção de funções

A general view during the 23th Session of the Human Rights Council. 27 May 2013. Photo by Jean-Marc FerrŽ
A general view during the 23th Session of the Human Rights Council. 27 May 2013. Photo by Jean-Marc FerrŽ (Foto: UN Photo / Jean-Marc FerrŽ )

O ex-juiz Sergio Moro, atual ministro da Justiça e Segurança Pública do governo de extrema-direita do Brasil, e o procurador Deltan Dallagnol foram duramente criticados na ONU por 25 entidades. A opinião defendida no Conselho de Direitos Humanos alerta que há uma "erosão" da confiança na judicatura e pedem que o Estado brasileiro garanta a prestação de contas de autoridades responsáveis pelo abuso de poder e corrupção de funções, informa o jornalista Jamil Chade.

"Um grupo de 25 entidades leva às Nações Unidas o debate sobre os vazamentos de conversas entre o ministro da Justiça, Sérgio Moro, e o procurador Deltan Dallagnol. Numa declaração durante o Conselho de Direitos Humanos da ONU, ongs alertaram que há uma "erosão" da confiança na judicatura e pedem que o estado brasileiro garanta a edição de contas por parte dos implicados".

"O debate ocorreu durante a apresentação do relator da ONU, Diego García-Sayán, sobre a independência do Judiciário. A declaração foi realizada pela Articulação Justiça e Direitos Humanos, composta por grupos como Justiça Global, Terra de Direitos, Conselho Indigesta Missionário e Geledés Instituto da Mulher Negra".  

As informações são do jornalista Jamil Chade em seu blog.

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