PDT e PSDB ficam fora do bloco de oposição na Assembleia

Líder Valéria Macêdo (PDT) assegurou que colegiado atuará com independência em relação às disputas eleitorais no Maranhão; tucano afirma que legenda segue independente até definição das alianças eleitorais

Líder Valéria Macêdo (PDT) assegurou que colegiado atuará com independência em relação às disputas eleitorais no Maranhão; tucano afirma que legenda segue independente até definição das alianças eleitorais
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MARANHÃO 247 – O bloco PSDB/PDT atuará de forma independente na Assembleia Legislativa em 2014. A nova líder do bloco parlamentar, deputada Valéria Macedo (PDT), explicou que, apesar de seu partido pertencer à oposição, a tendência é de que haja um trabalho em harmonia com o PSDB, que por sua vez ainda não definiu qual rumo seguir na eleição.

O objetivo, segundo Valéria, é se manter neutro. “O PDT tem um posicionamento de oposição ao governo, todos sabem. O PSDB, por sua vez, ainda não tem definição entre governo ou oposição. Por isso o trabalho será de independência.

Líder do PSDB na Casa, o deputado Neto Evangelista também se manifestou a respeito do bloco. Ele afirmou que o colegiado manterá a mesma postura adotada em 2013, quando atuou de forma independente.

Evangelista também assegurou neutralidade. “Não há cunho político eleitoral nenhum nessa composição, o PSDB ainda está em discussão sobre o rumo que vai tomar em 2014. Até o presidente Aécio Neves definir que rumo o partido seguirá, continuaremos independentes.”, disse.

Até ontem pela manhã, o Bloco Parlamentar de Oposição (BPO) tinha um acerto com o bloco PSDB/PDT para que houvesse uma união. A junção de ambos acabaria transformando os oposicionistas na maior bancada da Casa, com 11 membros.

O líder da bancada de oposição deputado Rubens Júnior (PCdoB), afirmou que o recuo se deu por ordem prática. “No início das negociações achava-se que, com apenas quatro membros, o bloco PSDB/PDT perderia todas as vagas nas comissões técnicas. Mas, depois de iniciado o processo de discussões, viu-se que isso não ocorreria. Então, não foi necessária essa fusão”, explicou.

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Cortes 247

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