Deputados cobram na PGR investigação de denúncias de Tacla Duran

O líder do PT na Câmara, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), e os deputados Paulo Teixeira (PT-SP) e Wadih Damous (PT-RJ) foram nesta quarta-feira 28 à Procuradoria-Geral da República cobrar investigação sobre denúncias feitas pelo advogado Rodrigo Tacla Duran, que atuava para a Lava Jato; em depoimentos à CPMI da JBS, Tacla Duran afirmou que a Odebrecht adulterou provas da Lava Jato em seu acordo com os procuradores; o juiz Sergio Moro já negou quatro vezes ouvi-lo como testemunha do ex-presidente Lula; o TRF4 também rejeitou os pedidos

O líder do PT na Câmara, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), e os deputados Paulo Teixeira (PT-SP) e Wadih Damous (PT-RJ) foram nesta quarta-feira 28 à Procuradoria-Geral da República cobrar investigação sobre denúncias feitas pelo advogado Rodrigo Tacla Duran, que atuava para a Lava Jato; em depoimentos à CPMI da JBS, Tacla Duran afirmou que a Odebrecht adulterou provas da Lava Jato em seu acordo com os procuradores; o juiz Sergio Moro já negou quatro vezes ouvi-lo como testemunha do ex-presidente Lula; o TRF4 também rejeitou os pedidos
O líder do PT na Câmara, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), e os deputados Paulo Teixeira (PT-SP) e Wadih Damous (PT-RJ) foram nesta quarta-feira 28 à Procuradoria-Geral da República cobrar investigação sobre denúncias feitas pelo advogado Rodrigo Tacla Duran, que atuava para a Lava Jato; em depoimentos à CPMI da JBS, Tacla Duran afirmou que a Odebrecht adulterou provas da Lava Jato em seu acordo com os procuradores; o juiz Sergio Moro já negou quatro vezes ouvi-lo como testemunha do ex-presidente Lula; o TRF4 também rejeitou os pedidos (Foto: Gisele Federicce)
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247 - O líder do PT na Câmara, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), e os deputados Paulo Teixeira (PT-SP) e Wadih Damous (PT-RJ) foram nesta quarta-feira 28 à Procuradoria-Geral da República cobrar investigação sobre denúncias feitas pelo advogado Rodrigo Tacla Duran, que atuava para a Lava Jato.

Em depoimentos à CPMI da JBS, Tacla Duran afirmou que a Odebrecht adulterou provas da Lava Jato em seu acordo com os procuradores e que recebeu uma oferta de desconto de US$ 10 milhões na multa a qual foi condenado a pagar se pagasse US$ 5 milhões em uma conta por fora (leia aqui).

O juiz Sergio Moro já negou quatro vezes ouvi-lo como testemunha do ex-presidente Lula. O TRF4, de Porto Alegre, também rejeitou os pedidos.

Em suas negativas, Moro já usou argumentos diferentes, como o fato de Tacla Duran ser um criminoso - ignorando o fato de que a Lava Jato se baseou em depoimentos de dezenas de criminosos para compor suas investigações - ou de o advogado morar na Espanha (lembre aqui), o que tornaria a audiência de alto custo, e até não ter seu endereço no país europeu.

Sobre isso, Tacla Duran afirma que já atendeu rogatórias, inclusive do Brasil, e que todas chegaram seu endereço completo. Ele já relatou na CPMI inclusive ter sido convidado para depor na Espanha, mas que os procuradores da força-tarefa da Lava Jato não compareceram.

Nesta quarta, reportagem do Estado de S.Paulo apontou: "Por endereço incompleto, cooperação internacional não intima Tacla Duran". Tacla Duran respondeu no Twitter: "Interessante: atendi 6 rogatórias de distintos países, inclusive do Brasil em 04/12/2017, todas chegaram com meu endereço completo, que consta do meu doc. de identidade espanhol e da minha extradição.Somente essa ultima que não sei do que se trata foi enviada com end. incompleto".

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