Doação ilegal a Temer foi para Cunha, que pagou 140 deputados

O esquema entre a Odebrecht e o PMDB envolveu também o deputado cassado Eduardo Cunha; citando fontes "peemedebistas", a jornalista Andreia Sadi sustenta Cunha reivindicou a Marcelo Odebrecht uma parte dos R$ 4 milhões que foram destinados a Eliseu Padilha para campanhas do PMDB, o que teria gerado confusão entre os destinatários da transação ilegal; "Cunha atravessou a direção do partido porque não estava nos planos do PMDB nesta divisão", afirma

O esquema entre a Odebrecht e o PMDB envolveu também o deputado cassado Eduardo Cunha; citando fontes "peemedebistas", a jornalista Andreia Sadi sustenta Cunha reivindicou a Marcelo Odebrecht uma parte dos R$ 4 milhões que foram destinados a Eliseu Padilha para campanhas do PMDB, o que teria gerado confusão entre os destinatários da transação ilegal; "Cunha atravessou a direção do partido porque não estava nos planos do PMDB nesta divisão", afirma
O esquema entre a Odebrecht e o PMDB envolveu também o deputado cassado Eduardo Cunha; citando fontes "peemedebistas", a jornalista Andreia Sadi sustenta Cunha reivindicou a Marcelo Odebrecht uma parte dos R$ 4 milhões que foram destinados a Eliseu Padilha para campanhas do PMDB, o que teria gerado confusão entre os destinatários da transação ilegal; "Cunha atravessou a direção do partido porque não estava nos planos do PMDB nesta divisão", afirma (Foto: Aquiles Lins)

247 - A revelação do ex-diretor da Odebrecht Claudio Melo Filho sobre o repasse de R$ 4 milhões para o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, como doação ilegal para campanhas do PMDB teria entre os beneficiários o deputado cassado Eduardo Cunha. 

Segundo a colunista Andreia Sadi, do G1, Cunha se envolveu na partilha do dinheiro para diferentes destinatários, numa "intromissão". "Cunha atravessou a direção do partido porque não estava nos planos do PMDB nesta divisão. Dos R$ 4 milhões, segundo peemedebistas que acompanharam a negociação em 2014, o combinado seria R$ 1 milhão para peemedebistas no Rio de Janeiro, R$ 2 milhões para os da região Sul e o último R$ 1 milhão para peemedebistas da Bahia, que, na partilha, foram chamados de 'os baianos'", diz Sadi. 

Segundo a jornalista, que citou fontes "peemedebistas", Cunha cobrou diretamente a Odebrecht pedindo uma parte do dinheiro, cerca de R$ 1 milhão - o que gerou confusão durante a divisão dos R$ 4 milhões justamente com a parte que seria destinada aos baianos.

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