Oposição adia para quarta novo pedido de impeachment

Partidos de oposição decidiram adiar para esta quarta-feira (21) o protocolo do novo pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff elaborado pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior; protocolamento na Câmara dos Deputados estava previsto para esta terça-feira, mas o PSDB adiou a apresentação para amanhã de maneira a incluir mais dados e informações no pedido

Partidos de oposição decidiram adiar para esta quarta-feira (21) o protocolo do novo pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff elaborado pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior; protocolamento na Câmara dos Deputados estava previsto para esta terça-feira, mas o PSDB adiou a apresentação para amanhã de maneira a incluir mais dados e informações no pedido
Partidos de oposição decidiram adiar para esta quarta-feira (21) o protocolo do novo pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff elaborado pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior; protocolamento na Câmara dos Deputados estava previsto para esta terça-feira, mas o PSDB adiou a apresentação para amanhã de maneira a incluir mais dados e informações no pedido (Foto: Paulo Emílio)
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Reuters - A oposição adiou para quarta-feira o protocolo na Câmara dos Deputados do novo pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff elaborado pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior.

Prevista inicialmente para a manhã desta terça-feira, comunicado da liderança do PSDB na Câmara informou que a apresentação foi adiada para as 10h de quarta-feira com o objetivo de incluir dados e informações no pedido.

O novo pedido, apoiado pelos partidos de oposição, inclui denúncia do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União de que as chamadas pedaladas fiscais, manobra considerada irregular pelo TCU, teriam continuado neste ano.

A expectativa dos oposicionistas é de que esse pedido tenha melhores chances de ser aceito pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, (PMDB-RJ), que é responsável por aceitar ou rejeitar os pedidos de impedimento do presidente da República.

Na véspera, Cunha entrou com agravo no Supremo Tribunal Federal contra liminares que suspenderem o rito de um eventual processo de impeachment definido por ele.

Também na segunda-feira, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, defendeu que não há nenhuma base jurídica para um processo de impeachment contra Dilma.

(Por Caio Saad)

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