Temer falou à imprensa internacional para Brasil ‘não ser desqualificado’

Presidente em exercício (em virtude da viagem da presidente Dilma Rousseff aos EUA), o vice Michel Temer disse nesta sexta-feira que as declarações que deu à imprensa internacional foram para "defender o Brasil de desqualificação"; "Houve manifestações em relação à imprensa internacional, especialmente pretendendo desqualificar a minha posição. Aí não é a coisa do vice-presidente. É uma coisa do Brasil. Acho que o Brasil não merece desqualificação, por meio de eventuais agressões à vice-presidência", disse Temer, ao deixar o Palácio do Planalto

Presidente em exercício (em virtude da viagem da presidente Dilma Rousseff aos EUA), o vice Michel Temer disse nesta sexta-feira que as declarações que deu à imprensa internacional foram para "defender o Brasil de desqualificação"; "Houve manifestações em relação à imprensa internacional, especialmente pretendendo desqualificar a minha posição. Aí não é a coisa do vice-presidente. É uma coisa do Brasil. Acho que o Brasil não merece desqualificação, por meio de eventuais agressões à vice-presidência", disse Temer, ao deixar o Palácio do Planalto
Presidente em exercício (em virtude da viagem da presidente Dilma Rousseff aos EUA), o vice Michel Temer disse nesta sexta-feira que as declarações que deu à imprensa internacional foram para "defender o Brasil de desqualificação"; "Houve manifestações em relação à imprensa internacional, especialmente pretendendo desqualificar a minha posição. Aí não é a coisa do vice-presidente. É uma coisa do Brasil. Acho que o Brasil não merece desqualificação, por meio de eventuais agressões à vice-presidência", disse Temer, ao deixar o Palácio do Planalto (Foto: Romulo Faro)
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247 - Presidente em exercício (em virtude da viagem da presidente Dilma Rousseff aos EUA), o vice Michel Temer disse nesta sexta-feira (22) que as declarações que deu à imprensa internacional foram para "defender o Brasil de desqualificação".

"Houve manifestações em relação à imprensa internacional, especialmente pretendendo desqualificar a minha posição. Aí não é a coisa do vice-presidente. É uma coisa do Brasil. Acho que o Brasil não merece desqualificação, por meio de eventuais agressões à vice-presidência", disse Temer, ao deixar o Palácio do Planalto à tarde.

Questionado sobre suas articulações políticas para definir nomes de sua eventual equipe de governo, o vice afirmou que está sendo procurado, "mas apenas ouvindo". "Estou ouvindo. Naturalmente que estou sendo procurado por muita gente. Estou ouvindo muita gente, mas apenas ouvindo".

Dilma em Nova York

Temer avaliou como "nada mais do que adequado" o discurso de Dilma em Nova York (EUA), na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), onde ela se ateve a falar do "grave momento" pelo qual passa o Brasil, sem pronunciar a palavra golpe.

O vice repetiu o que havia dito na última terça-feira, em São Paulo, que vai aguardar "respeitosamente e silenciosamente" a decisão do Senado sobre o impeachment.

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