TSE terá composição mais 'linha-dura' durante a eleição

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) terá membros de sua composição substituídos e a expectativa é de que os novos ministros que vão passar a compor a corte atuem de acordo com um perfil mais "linha-dura"; Rosa Weber, Luis Roberto Barroso e Edson Fachin serão os três ministros do STF no TSE no período eleitoral; nomeados para o Supremo pela presidente deposta Dilma Rousseff, pode caber a essa composição julgar possível processo sobre a participação do ex-presidente Lula nas eleições; Como ministros substitutos do TSE, Barroso e Fachin participaram, em maio de 2017, do julgamento que determinou a cassação do então governador do Amazonas, José Melo (Pros)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) terá membros de sua composição substituídos e a expectativa é de que os novos ministros que vão passar a compor a corte atuem de acordo com um perfil mais "linha-dura"; Rosa Weber, Luis Roberto Barroso e Edson Fachin serão os três ministros do STF no TSE no período eleitoral; nomeados para o Supremo pela presidente deposta Dilma Rousseff, pode caber a essa composição julgar possível processo sobre a participação do ex-presidente Lula nas eleições; Como ministros substitutos do TSE, Barroso e Fachin participaram, em maio de 2017, do julgamento que determinou a cassação do então governador do Amazonas, José Melo (Pros)
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) terá membros de sua composição substituídos e a expectativa é de que os novos ministros que vão passar a compor a corte atuem de acordo com um perfil mais "linha-dura"; Rosa Weber, Luis Roberto Barroso e Edson Fachin serão os três ministros do STF no TSE no período eleitoral; nomeados para o Supremo pela presidente deposta Dilma Rousseff, pode caber a essa composição julgar possível processo sobre a participação do ex-presidente Lula nas eleições; Como ministros substitutos do TSE, Barroso e Fachin participaram, em maio de 2017, do julgamento que determinou a cassação do então governador do Amazonas, José Melo (Pros) (Foto: Aquiles Lins)

247 - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) terá membros de sua composição substituídos e a expectativa é de que os novos ministros que vão passar a compor a corte atuem de acordo com um perfil mais "linha-dura".

As mudanças começam no próprio comando do tribunal, que terá três ministros diferentes na presidência ao longo do ano.  O atual presidente, Gilmar Mendes, deixa o tribunal em fevereiro, quando será substituído na presidência por Luiz Fux, cujo mandato na corte vai até agosto de 2018. No lugar de Fux, assumirá Rosa Weber, que terá a missão de chefiar a eleição de outubro.

O TSE tem sete ministros em sua composição. Três deles são originários do Supremo Tribunal Federal (STF), há duas vagas destinadas para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e outras duas para advogados.

Hoje, os três ministros do STF que são membros titulares no TSE são Gilmar Mendes, Luiz Fux e Rosa Weber. Quando, ao longo do ano, Gilmar e Fux deixarem o tribunal, eles serão substituídos por Luís Roberto Barroso e Edson Fachin.

Rosa, Barroso e Fachin serão, portanto, os três ministros do STF no TSE no período eleitoral – o primeiro turno das eleições será no dia 7 de outubro, e o segundo, no dia 28 de outubro. Os três foram nomeados para o Supremo pela presidente deposta Dilma Rousseff.

Pode caber a essa composição julgar possível processo sobre a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições. Pré-candidato do PT à Presidência, Lula será julgado no dia 24 de janeiro pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) no recurso à condenação, pelo juiz Sergio Moro, a nove anos de prisão na Lava Jato.

Se o TRF-4 mantiver a decisão, Lula pode ter sua candidatura barrada pela Lei da Ficha Limpa, o que deve provocar uma discussão sobre a viabilidade de sua participação na disputa no TSE.

Como ministros substitutos do TSE, Barroso e Fachin participaram, em maio de 2017, do julgamento que determinou a cassação do então governador do Amazonas, José Melo (Pros), e de seu vice, José Oliveira, por compra de votos em 2014.

As informações são da Folha de S. Paulo

 

 

 

 

 

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