Cunha avalia comparecer pessoalmente ao Conselho de Ética

Reunião pode definir o futuro político do deputado nesta terça-feira 14; "Ainda estou decidindo se vou pessoalmente", disse Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que também criticou o que chamou de "manobras" realizadas por membros da comissão para adiar a votação pelo colegiado; "Não haverá nenhuma surpresa sobre a renúncia. Eles têm que votar a pauta. Engraçado que me acusavam de fazer manobras e, agora, quem está manobrando para impedir a votação são eles", afirmou

Reunião pode definir o futuro político do deputado nesta terça-feira 14; "Ainda estou decidindo se vou pessoalmente", disse Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que também criticou o que chamou de "manobras" realizadas por membros da comissão para adiar a votação pelo colegiado; "Não haverá nenhuma surpresa sobre a renúncia. Eles têm que votar a pauta. Engraçado que me acusavam de fazer manobras e, agora, quem está manobrando para impedir a votação são eles", afirmou
Reunião pode definir o futuro político do deputado nesta terça-feira 14; "Ainda estou decidindo se vou pessoalmente", disse Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que também criticou o que chamou de "manobras" realizadas por membros da comissão para adiar a votação pelo colegiado; "Não haverá nenhuma surpresa sobre a renúncia. Eles têm que votar a pauta. Engraçado que me acusavam de fazer manobras e, agora, quem está manobrando para impedir a votação são eles", afirmou (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) avalia a possibilidade de comparecer pessoalmente à reunião do Conselho de Ética da Casa que irá definir o seu futuro político nesta terça-feira (14). "Ainda estou decidindo se vou pessoalmente", disse Cunha.

Segundo a avaliação de aliados do peemedebista, a melhor estratégia a ser adotada pelo parlamentar seria ele renunciar à presidência da Câmara para facilitar a manutenção do seu mandato. Mas faltando poucas horas para a reunião, Cunha diz que estão fazendo "manobras" para impedir a votação pelo colegiado.

"Não haverá nenhuma surpresa sobre a renúncia. Eles têm que votar a pauta. Engraçado que me acusavam de fazer manobras e, agora, quem está manobrando para impedir a votação são eles", disse.

O deputado Marcos Rogério, relator do processos no colegiado, disse que os defensores da cassação podem tentar adiar a votação do processo de cassação do mandato de Cunha. "Diante de tantos fatos novos, se houver provocação de aditamento, vou ter que analisar juridicamente. Não quero adiar a votação, mas isso pode exigir resposta mais elaborada. Não sei se seria possível investigar neste mesmo processo", destacou.

 

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