Protesto em Brasília cobra prisão dos mandantes da Chacina de Unaí

Auditores fiscais e familiares participaram de uma manifestação na sede do TRF-1, em Brasília, onde serão julgados os recursos do caso dos quatro servidores do Ministério do Trabalho assassinados em Unaí (MG) em 2004; o ex-prefeito de Unaí Antério Mânica, seu irmão Norberto, Hugo Alves Pimenta e José Alberto de Castro foram julgados e condenados em 2015. Somadas, as penas ultrapassam 220 anos

Auditores fiscais e familiares participaram de uma manifestação na sede do TRF-1, em Brasília, onde serão julgados os recursos do caso dos quatro servidores do Ministério do Trabalho assassinados em Unaí (MG) em 2004; o ex-prefeito de Unaí Antério Mânica, seu irmão Norberto, Hugo Alves Pimenta e José Alberto de Castro foram julgados e condenados em 2015. Somadas, as penas ultrapassam 220 anos
Auditores fiscais e familiares participaram de uma manifestação na sede do TRF-1, em Brasília, onde serão julgados os recursos do caso dos quatro servidores do Ministério do Trabalho assassinados em Unaí (MG) em 2004; o ex-prefeito de Unaí Antério Mânica, seu irmão Norberto, Hugo Alves Pimenta e José Alberto de Castro foram julgados e condenados em 2015. Somadas, as penas ultrapassam 220 anos (Foto: Leonardo Lucena)

Brasília 247- Auditores fiscais e familiares participaram de uma manifestação nesta quarta-feira (24) na sede do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em Brasília, onde serão julgados os recursos do caso dos quatro servidores do Ministério do Trabalho assassinados em Unaí (MG) em 2004. De acordo com o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait), cerca de 100 pessoas participaram da manifestação, sendo duas viúvas. O ato começou por volta das 9h30 e terminou às 11h30.

O ex-prefeito de Unaí Antério Mânica, seu irmão Norberto, Hugo Alves Pimenta e José Alberto de Castro foram julgados e condenados em 2015. Somadas, as penas ultrapassam 220 anos. Eles recorrem em liberdade.

Na segunda-feira (22), o presidente do Sinait (sindicato dos auditores-fiscais), Carlos Silva, e a vice, Rosa Maria Campos Jorge, tiveram audiência com o presidente do TRF-1, desembargador Hilton Queiroz, e o relator do caso, Cândido Ribeiro, mas não receberam uma previsão de quando o caso será concluído.

Os assassinatos aconteceram no dia 28 de janeiro de 2004, quando os auditores fiscais do Trabalho Eratóstenes de Almeida Gonsalves, João Batista Soares Lage e Nelson José da Silva, e o motorista Ailton Pereira de Oliveira, foram executados a tiros, enquanto se preparavam para uma fiscalização de rotina em fazendas de feijão da zona rural do município de Unaí, em Minas Gerais.

*Com Agência Brasil

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