Rosso volta à disputa da presidência da Câmara

Após ter suspendido sua candidatura na última semana, o deputado Rogério Rosso (PSD-DF) anunciou nesta segunda-feira 30 que estava reassumindo a campanha, uma vez que o STF ainda não analisou se o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), poderá ou não ser candidato e não há previsão de que o tema entre na pauta do plenário na próxima quarta-feira, quando o tribunal retoma suas atividades

Brasília - O líder do PSD na Câmara, deputado Rogério Rosso, fala à imprensa (Wilson Dias/Agência Brasil)
Brasília - O líder do PSD na Câmara, deputado Rogério Rosso, fala à imprensa (Wilson Dias/Agência Brasil) (Foto: Gisele Federicce)

Iolando Lourenço - Repórter da Agência Brasil

Após ter suspendido sua candidatura na última semana, o deputado Rogério Rosso (PSD-DF) anunciou nesta segunda-feira (30), em entrevista coletiva no Salão Verde da Câmara juntamente com os outros pré-candidatos, que estava reassumindo a campanha. Rosso disse que decidiu retomar a candidatura uma vez que o STF ainda não analisou se o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), poderá ou não ser candidato e não há previsão de que o tema entre na pauta do plenário na próxima quarta-feira, quando o tribunal retoma suas atividades.

"Na semana passada disse que minha candidatura estaria suspensa aguardando uma manifestação do STF. Hoje, na atualização da pauta de decisões do STF para quarta-feira, nem a ação direta de inconstitucionalidade, nem o mandato de segurança do deputado André Figueiredo, nem outro processo com relação à questão da presidência da Câmara foi inserido. Portanto, me sinto absolutamente à vontade de continuar a nossa campanha e subscrever o mandado de segurança apresentado hoje ao Supremo", justificou Rosso.

Os quatro pré-candidatos reafirmaram que, ao entrar com o pedido no STF, defendem que haja segurança jurídica no processo para escolha do novo presidente da Câmara e que a eleição ocorra dentro do padrão constitucional. Os parlamentares aguardam uma audiência com a presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia, para tratar do caso. O pedido de audiência foi feito pelo pré-candidato André Figueiredo. Os deputados informaram que, caso a audiência seja marcada, os quatro comparecerão à reunião.

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