Para Flávio Dino, 'o PMDB se tornar força hegemônica é realmente desastroso'

Governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B) bateu duro no PMDB, principal aliado do governo Dilma Rousseff (PT), mas que vem acirrando a crise política no atual mandato da presidente; segundo o chefe do Executivo local, a "peemedebização da política é algo a ser combatido, embora claro que o PMDB caiba na aliança"; "O que estou dizendo é que o PMDB existir e ser aliado é normal. Agora ele se tornar uma força hegemônica é realmente desastroso porque o PMDB não se notabiliza por ter um programa claro", afirmou

Governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B) bateu duro no PMDB, principal aliado do governo Dilma Rousseff (PT), mas que vem acirrando a crise política no atual mandato da presidente; segundo o chefe do Executivo local, a "peemedebização da política é algo a ser combatido, embora claro que o PMDB caiba na aliança"; "O que estou dizendo é que o PMDB existir e ser aliado é normal. Agora ele se tornar uma força hegemônica é realmente desastroso porque o PMDB não se notabiliza por ter um programa claro", afirmou
Governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B) bateu duro no PMDB, principal aliado do governo Dilma Rousseff (PT), mas que vem acirrando a crise política no atual mandato da presidente; segundo o chefe do Executivo local, a "peemedebização da política é algo a ser combatido, embora claro que o PMDB caiba na aliança"; "O que estou dizendo é que o PMDB existir e ser aliado é normal. Agora ele se tornar uma força hegemônica é realmente desastroso porque o PMDB não se notabiliza por ter um programa claro", afirmou (Foto: Leonardo Lucena)

Maranhão 247 – O governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), bateu duro no PMDB, principal aliado do governo Dilma Rousseff (PT), mas que vem acirrando a crise política no atual mandato da presidente. Segundo o chefe do Executivo local, a "peemedebização da política é algo a ser combatido, embora claro que o PMDB caiba na aliança".

"O que estou dizendo é que o PMDB existir e ser aliado é normal. Agora ele se tornar uma força hegemônica é realmente desastroso porque o PMDB não se notabiliza por ter um programa claro", afirmou o gestor em entrevista à revista Carta Capital.

Um reflexo do racha entre PT e PMDB no Palácio do Planalto foi a sanção da lei que dificulta a criação ou a fusão de partidos, uma forma de jogar para "debaixo do pano" as pretensões do ministro das Cidades, Gilberto Kassab (PSD-SP) de criar o Partido Liberal.

Segundo os peemedebistas, a proposta é uma forma encontrada pelo governo para reduzir sua dependência do PMDB. Diante das dificuldades de articulações políticas do governo com o Congresso Nacional, Flávio Dino não vê o presidencialismo de coalizão como um modelo esgotado.

O governador afirmou que "nós temos uma questão de fundo central, muito maior do que o suposto esgotamento do presidencialismo de coalizão. A questão central é o esgotamento do modelo de financiamento político no Brasil".

De acordo com ele, "se você desvia o olhar para essa história de que o presidencialismo de coalização esgotou ou não, das alianças, você acaba perdendo a dimensão daquele que é o fator de todas as crises políticas desde o início dos anos 1990".

"Todas elas, desde o impeachment de (Fernando) Collor, CPI dos Anões do Orçamento, todas, tiveram como questão geradora exatamente a problemática do financiamento privado de campanha. Então acho que esse é o tema número um a ser enfrentado nessa conjuntura política", acrescentou.

 

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