Estaleiro encerra atividades e demite 3 mil

Estaleiro Eisa, na Ilha do Governador, dispensou cerca de 3 mil metalúrgicos que trabalhavam no local; funcionários encontraram os portões da empresa fechados ao chegar para trabalhar nesta segunda-feira 14; controlada pela holding Synergy Shipyards, companhia informou que as demissões são decorrentes da crise econômica e da Operação Lava Jato, "que paralisou as atividades da indústria naval e de offshore"; funcionários protestaram contra os desligamentos

Estaleiro Eisa, na Ilha do Governador, dispensou cerca de 3 mil metalúrgicos que trabalhavam no local; funcionários encontraram os portões da empresa fechados ao chegar para trabalhar nesta segunda-feira 14; controlada pela holding Synergy Shipyards, companhia informou que as demissões são decorrentes da crise econômica e da Operação Lava Jato, "que paralisou as atividades da indústria naval e de offshore"; funcionários protestaram contra os desligamentos
Estaleiro Eisa, na Ilha do Governador, dispensou cerca de 3 mil metalúrgicos que trabalhavam no local; funcionários encontraram os portões da empresa fechados ao chegar para trabalhar nesta segunda-feira 14; controlada pela holding Synergy Shipyards, companhia informou que as demissões são decorrentes da crise econômica e da Operação Lava Jato, "que paralisou as atividades da indústria naval e de offshore"; funcionários protestaram contra os desligamentos (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O Estaleiro Eisa, na Ilha do Governador, dispensou cerca de três mil metalúrgicos que trabalhavam no local. Os funcionários foram surpreendidos com os portões da empresa fechados ao chegarem para trabalhar no início da manhã desta segunda-feira (14).

Na carta de desligamento, a empresa – controlada pela holding Synergy Shipyards – informou que as demissões são decorrentes da crise econômica e da Operação Lava Jato "que paralisou as atividades da indústria naval e de offshore".

Ao saberem dos desligamentos, os metalúrgicos fizeram uma manifestação que se encerrou nas proximidades do Aeroporto Galeão. Uam reunião entre representantes do Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro (Sindimetal-Rio) e a direção da companhia está prevista para ser realizada na tarde desta segunda-feira.

Segundo o Sindimetal, a empresa já havia demitido cerca de 700 funcionários do Estaleiro Mauá há cerca de quatro meses, além de só estar pagando salários de até R$ 3 mil.

 

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