Justiça mantém intervenção no Senac-RJ

Desembargador André Ribeiro, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, confirmou a legalidade da intervenção na unidade; entidade era comandada por Orlando Diniz (foto), que foi destituído do cargo por suspeita de irregularidades na gestão; investigação do TCU aponta desvios de cerca de R$ 28,2 milhões

Desembargador André Ribeiro, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, confirmou a legalidade da intervenção na unidade; entidade era comandada por Orlando Diniz (foto), que foi destituído do cargo por suspeita de irregularidades na gestão; investigação do TCU aponta desvios de cerca de R$ 28,2 milhões
Desembargador André Ribeiro, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, confirmou a legalidade da intervenção na unidade; entidade era comandada por Orlando Diniz (foto), que foi destituído do cargo por suspeita de irregularidades na gestão; investigação do TCU aponta desvios de cerca de R$ 28,2 milhões (Foto: Gisele Federicce)
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Rio 247 – Em decisão proferida no dia 27 de fevereiro pelo desembargador André Ribeiro, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro confirmou a legalidade e a lisura dos procedimentos administrativos correcionais adotados pelo Conselho Nacional e pela Administração Nacional do Senac que culminaram na intervenção da unidade no Rio de Janeiro.

A polêmica envolve Orlando Diniz, que comandava o Senac no Rio de Janeiro e foi afastado por denúncias de irregularidades na gestão. Investigação do Tribunal de Contas da União apontou desvios da ordem de R$ 28,2 milhões na instituição. Alvo de diversas denúncias, ele afirma agora ser vítima de uma armação política (relembre aqui).

A intervenção no Senac-RJ foi aprovada pelo Conselho Nacional do Senac durante assembleia extraordinária que ocorreu em 13 de fevereiro. O pedido de afastamento de Orlando Diniz e do Conselho Regional foi feito pelo Conselho Fiscal, por conta de "aplicação indevida de recursos, desvio da missão institucional, desobediência à resolução que regula os processos de licitação na instituição e negligência na fiscalização dos contratos das empresas que realizaram o Fashion Business". O pedido foi aprovado com 52 votos a favor, quatro contrários e uma abstenção. Bruno Breithaupt foi declarado interventor.

Em comunicado, "a CNC reafirma que todos os atos correcionais praticados, bem como o processo de intervenção ora em curso no Senac-RJ, determinado em razão das denúncias de irregularidades na administração regional, seguem dentro das mais estritas regras estatutárias, conforme vem sendo reiteradamente afirmado pelas decisões do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, e são pautadas pelo mais rigoroso compromisso ético, para que a entidade possa continuar prestando um serviço de qualidade aos comerciários e seus familiares do Estado do Rio de Janeiro".

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