Dilma quer Luís Fachin para vaga de JB no Supremo

A presidente Dilma Rousseff definiu o perfil do substituto de Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal: um jurista, com currículo sólido e que esteja fora do embate partidário; na opinião dela, quem se encaixa nesse perfil é Luís Edson Fachin, que já foi cotado para vaga anterior em que o escolhido foi Luis Roberto Barroso; Fachin tem a simpatia de um grande número de ministros do STF; decisão deve ser anunciada na próxima semana

A presidente Dilma Rousseff definiu o perfil do substituto de Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal: um jurista, com currículo sólido e que esteja fora do embate partidário; na opinião dela, quem se encaixa nesse perfil é Luís Edson Fachin, que já foi cotado para vaga anterior em que o escolhido foi Luis Roberto Barroso; Fachin tem a simpatia de um grande número de ministros do STF; decisão deve ser anunciada na próxima semana
A presidente Dilma Rousseff definiu o perfil do substituto de Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal: um jurista, com currículo sólido e que esteja fora do embate partidário; na opinião dela, quem se encaixa nesse perfil é Luís Edson Fachin, que já foi cotado para vaga anterior em que o escolhido foi Luis Roberto Barroso; Fachin tem a simpatia de um grande número de ministros do STF; decisão deve ser anunciada na próxima semana (Foto: Valter Lima)
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247 - A presidente Dilma Rousseff definiu o perfil do substituto de Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal: um jurista, com currículo sólido e que esteja fora do embate partidário. Na opinião dela, quem se encaixa nesse perfil é Luís Edson Fachin, que já foi cotado para vaga anterior em que o escolhido foi Luis Roberto Barroso. Fachin tem a simpatia de um grande número de ministros do STF. A informação é da jornalista Cristina Lôbo (aqui).

Dilma havia sido informada que senadores do PMDB, liderados por Renan Calheiros, não aceitariam nome que tivesse qualquer identidade com partido ou com o governo. Isso eliminou as chances de José Eduardo Cardozo e Luis Inácio Adams, ministros de Dilma. Mais adiante, o nome de Fachin também foi incluído nessa lista sob o argumento de que ele tem ligações com o PT e com o movimento dos sem-terra. O governo, no entanto, nega essa ligação e busca como resposta o fato de ele ter o apoio de dois senadores do Paraná que não são petistas: Roberto Requião (PMDB) e o tucano Álvaro Dias. A decisão da presidente deve ser tomada na semana que vem.

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