Direita Concursada: Justiça nega suspensão de concurso público pedida por procurador da Lava Jato

A Justiça Federal do Paraná não aceitou o pedido de suspensão do concurso de Doutorado da UFPR (Universidade Federal do Paraná) feito por Diogo Castor de Mattos, ex-procurador da Lava Jato. Castor de Mattos pede a retificação das notas de outro candidato, pois acha que foi prejudicado pela melhor nota atribuída ao concorrente

A Justiça Federal do Paraná não aceitou o pedido de suspensão do concurso de Doutorado da UFPR feito por Diogo Castor de Mattos.
A Justiça Federal do Paraná não aceitou o pedido de suspensão do concurso de Doutorado da UFPR feito por Diogo Castor de Mattos. (Foto: Reprodução)
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247 - A Justiça Federal do Paraná  não aceitou o pedido de suspensão do concurso de Doutorado da UFPR (Universidade Federal do Paraná) feito por Diogo Castor de Mattos, ex-procurador da Lava Jato. Castor de Mattos pede a retificação das notas de outro candidato, pois acha que foi prejudicado pela melhor nota atribuída ao concorrente.

A reportagem do Paraná Portal destaca que “de acordo com a petição, houve uma alteração irregular dos critérios de avaliação de currículos. Assim, o concorrente obteve resultados melhores e, consequentemente, uma classificação final mais favorável. Liminarmente, o ex-procurador da Lava Jato  solicitou a recontagem da pontuação do candidato com base nos critérios originais do edital.”

A matéria ainda sublinha que “além disso, entre outros argumentos, Diogo Castos de Mattos pedia a suspeição de uma dos examinadores da Banca. Curiosamente, esse mesmo argumento costumava ser usado por réus da operação para contestar a atuação do MPF ou do ex-juiz Sergio Moro, agora ministro da Justiça do governo Jair Bolsonaro. A força-tarefa nunca reconheceu um pedido de suspeição.

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