Moro bloqueia R$ 340 mi de envolvidos na Lava Jato

Decisão atinge lobistas, doleiros e executivos do segundo escalão das empreiteiras investigadas por envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras; "Os valores constantes em contas poderão servir para a reparação dos danos decorrentes do crime e para recuperação dos ativos desviados da Petrobras", afirmou o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba

Decisão atinge lobistas, doleiros e executivos do segundo escalão das empreiteiras investigadas por envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras; "Os valores constantes em contas poderão servir para a reparação dos danos decorrentes do crime e para recuperação dos ativos desviados da Petrobras", afirmou o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba
Decisão atinge lobistas, doleiros e executivos do segundo escalão das empreiteiras investigadas por envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras; "Os valores constantes em contas poderão servir para a reparação dos danos decorrentes do crime e para recuperação dos ativos desviados da Petrobras", afirmou o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba (Foto: Roberta Namour)

247 - O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, que comanda a operação Lava Jato, aceitou o pedido do Ministério Público Federal de quebra de sigilo com bloqueio de contas de mais dezessete envolvidos não esquema de corrupção na Petrobras. No total, a Justiça poderá recolher até R$ 340 milhões.

"Os valores constantes em contas poderão servir para a reparação dos danos decorrentes do crime e para recuperação dos ativos desviados da Petrobras", afirmou o juiz.

A decisão atinge os lobistas Adarico Negromonte e Jayme Alves de Oliveira Filho, os doleiros Mario Lucio de Oliveira e Antonio Carlos Pieruccini e os executivos João Alberto Lazzari e Fernando Augusto Stremel Andrade (OAS), Rogério Cunha de Oliveira, Ângelo Alves Mendes, Alberto Elísio Vilaça Gomes e José Humberto Cruvinel Resende (Mendes Júnior), Jean Alberto Luscher Castro e Dario de Queiroz Galvão Filho (Galvão Engenharia), João de Teive e Argollo (UTC), Newton Prado Junior e Carlos Eduardo Strauch Albero (Engevix), e Marcio Andrade Bonilho (Sanko).

No início da semana, o MP obteve a repatriação da Suíça de R$ 182 milhões enviados para aquele país pelo ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco.

Leia aqui reportagem de Ana Clara Costa sobre o assunto.

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