Lisboa, 2 jul (Xinhua) — O governo português anunciou nesta quinta-feira que a situação de alerta em todo o território nacional entrará em vigor a partir de sexta-feira, devido à previsão de que o calor extremo se prolongue até a próxima segunda-feira. Medidas excepcionais de emergência também serão adotadas para reduzir os riscos de incêndios rurais.
O ministro da Administração Interna de Portugal, Luís Neves, fez o anúncio após uma reunião do Comando Integrado de Prevenção e Operações (CIPO) no Corpo de Bombeiros de Leiria, alertando para um “agravamento muito significativo das condições atmosféricas”.
“Para situações de grande emergência, o Governo vai avançar com uma declaração de situação de alerta, que são medidas de exceção para momentos extraordinários e de dificuldades”, afirmou Neves, acrescentando que a medida “leva também à aplicação de diplomas de exceção” e pedindo a colaboração de todos os cidadãos.
Ao abrigo das medidas de emergência, serão proibidos trabalhos em espaços florestais com recurso a qualquer tipo de maquinaria, exceto operações diretamente relacionadas ao combate a incêndios rurais. Em outros espaços rurais, será proibida a utilização de roçadoras com lâminas ou discos metálicos. O lançamento de fogos de artifício também ficará proibido.
Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), 12 dos 18 distritos de Portugal continental estarão sob aviso vermelho — o nível mais alto numa escala de três níveis — de quinta-feira até pelo menos sábado, devido à previsão de “temperatura extremamente elevada”.
Os seis distritos restantes também estão sob níveis elevados de aviso, o que significa que praticamente todo o território continental enfrenta risco máximo ou muito elevado de incêndios rurais.
Fonte: Agência Xinhua — https://portuguese.news.cn/20260703/b7ef712d399c4038be87a2691e35eac4/c.html
❗ Se você tem algum posicionamento a acrescentar nesta matéria ou alguma correção a fazer, entre em contato com redacao@brasil247.com.br.
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no Telegram do 247 e no canal do 247 no WhatsApp.
Apoie o jornalismo independente do 247:






Participe da discussão