Joanesburgo, 13 de nov (Xinhua) — A comunidade internacional precisa com urgência de um novo modelo de liderança global, diz um relatório do think tank da Xinhua divulgado nesta quinta-feira.
Olhando para trás dentro de alguns anos, 2025 será lembrado como um ano marcante no curso da história humana e na evolução da ordem internacional, diz o relatório intitulado “Construindo Conjuntamente um Novo Modelo de Liderança Global — Trabalhando Juntos em Busca de um Sistema de Governança Global Mais Justo e Racional”, divulgado pelo Instituto Xinhua, um think tank relacionado à Agência de Notícias Xinhua.
O 80º aniversário da vitória na Guerra Antifascista Mundial e o 80º aniversário da fundação das Nações Unidas – esses dois 80º aniversários nos lembram que a paz mundial é conquistada a duras penas e que a solidariedade humana é inestimável, afirma o documento.
Atualmente, o mundo está imerso em um déficit de liderança global, manifestado na falha da paz, no desequilíbrio do desenvolvimento e na discórdia entre civilizações, diz o relatório.
O relatório examina a formação da “liderança global” a partir da perspectiva da evolução da ordem internacional moderna, tentando conferir a esse conceito – originalmente vindo do campo de gestão de recursos humanos na economia – um novo significado sob a ótica da ciência política.
A liderança global serve como força orientadora na governança global e como uma síntese orgânica da coordenação entre grandes países e de um multilateralismo mais amplo. Ela se baseia em três grandes mecanismos de cooperação multilateral na governança de segurança, governança financeira e governança do comércio, e abrange quatro elementos centrais: liderança na cooperação multilateral, capacidade de provisão de bens públicos, poder de formulação de regras institucionais e apelo moral, segundo o relatório.
❗ Se você tem algum posicionamento a acrescentar nesta matéria ou alguma correção a fazer, entre em contato com redacao@brasil247.com.br.
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no Telegram do 247 e no canal do 247 no WhatsApp.
Apoie o jornalismo independente do 247:



Participe da discussão