Opinião

Apagão totalitário de Eunício mostra governo nas trevas

“Foi sintomático Eunício Oliveira, o Índio da Odebrecht, mandar desligar as luzes e os microfones do Senado quando algumas bravas senadoras ocuparam a mesa para impedir a votação da reforma anti trabalhista. Foi um ato falho do presidente do Senado. Ele mostrou como ele e seu grupo gostam de agir: no escurinho do Senado. Nas…

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Foi sintomático Eunício Oliveira, o Índio da Odebrecht, mandar desligar as luzes e os microfones do Senado quando algumas bravas senadoras ocuparam a mesa para impedir a votação da reforma anti trabalhista.

Foi um ato falho do presidente do Senado.

Ele mostrou como ele e seu grupo gostam de agir: no escurinho do Senado.

Nas sombras.

Nas trevas.

O apagão de Eunício encerra o apagão autoritário que tomou conta do Brasil desde o dia em que o grupo de Temer tomou o poder.

Ele desligou os microfones para evitar que elas dissessem o que ele não gostaria de ouvir.

Eunício agiu como coronel do Nordeste.

Confundiu autoridade com autoritarismo.

Achou que era o dono do Senado e não apenas seu comandante por um curto e determinado período.

Esse apagão é o fim da luz no fim do túnel, se é que havia alguma.

Eunício obedeceu ao que estabelece uma velha anedota.

O último que sair apaga a luz.

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Cortes 247

Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.

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