Os tucanos são mesmos especialistas na arte de dissimular, esconder do público o que é “relevante”, mostrar apenas o que interessa ao ninho. Vide a estratégia do PSDB de deixar Aécio Neves (MG) escondidinho ‘atrás do toco’ na convenção nacional do dia 9 de dezembro.
Aécio foi gravado pedindo para a JBS propina de R$ 2 milhões e a irmã e um primo dele chegaram a ser presos pela lava jato. Mas, como diz o ditado, quem tem padrinho não morre pagão; ambos foram rapidamente soltos pelo STF.
Além de esconder Aécio ‘atrás do toco’, a convenção nacional do PSDB tentará mais dois truques: 1- fingir que desembarcará do governo Michel Temer (o partido pretende continuar votando com a base governista no Congresso) e 2- reeditar o “Picolé de Chuchu” versão 2018, qual seja, a candidatura do governador de São Paulo Geraldo Alckmin que assumirá o comando do ninho.
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