Se você é daqueles que fala Golpe e não impeachment, presidenta e não presidente Dilma, tem na Paraíso do Tuiuti o grande baluarte do Carnaval e, há pouco mais de dois meses da abertura da Copa do Mundo da Rússia, está preocupado com o fato de não conseguir mais vestir a camisa amarela da Seleção Brasileira, já que foi usurpada pelo lado pato da Força, seus problemas acabaram.
Luisa Cardoso, designer gráfica de Uberlândia, com a inspiração e a classe de um Dr. Sócrates, criou a versão vermelha da Canarinha, também conhecida como a salvação esquerdista para a Copa do Mundo.
Da cor do sangue do trabalhador, com a foice e o martelo no lado direito e o escudo da antiga CBD no lado esquerdo, as peças estão disponíveis a R$ 40. E o que é melhor: é imune ao famoso grito “a nossa bandeira jamais será vermelha”.
A Seleção Brasileira, em tese, é patrimônio do povo brasileiro, e não da CBF, da emissora que detém os direitos de transmissão ou dos manifestoches.
Por isso, torcedores, uni-vos (mas cada um, até segunda ordem, com a sua indumentária).
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