O golpe saiu em massa para apoiar Alckmin (golpe este representado por PP, DEM, PRB, PR, PTB). A coisa vai ficar feia. Com esse apoio, Alckmin vai cair ainda mais nas pesquisas, uma vez que o eleitor rechaça o golpe. A aliança pode implodir aos 45 do segundo tempo, deixando mais um rastro de horror na já devastada cena política brasileira.
O discurso de Alckmin é o mais frágil do cenário eleitoral. O político de Pindamonhangaba gerencia mal os sentidos do discurso político, sua dicção é ‘atrasada’, tem ‘delay’, é parada no tempo. Em outras palavras, ele “fala mal”. Para piorar, o ex-governador não sabe muito bem o que falar. Ele tem o ethos dos políticos do século passado, abusa da demagogia e dos delírios encomiásticos, transfigurando uma espécie de Maluf sem sal.
Vai ser engraçado. Nunca o país viu tanta gente eleitoralmente incompetente junta. Os brancos e nulos estão em festa.
Agora, convenhamos: o centrão fez uma “jogada de mestre” em apoiar Alckmin. Um candidato fraco, em declínio, sem voto e carente de amor, mas com um partido grande e incrustado em várias instâncias de poder, sobretudo no judiciário.
Alckmin vai aceitar tudo, vai chamar urubu de meu louro.
Há, portanto, uma novidade no cenário eleitoral, torcida brasileira: o golpe tem candidatura oficial. O mesmo centrão que devastou o país quer continuar na presidência do executivo, com um fantoche destituído de ideias, de projeto e de biografia (como Temer).
❗ Se você tem algum posicionamento a acrescentar nesta matéria ou alguma correção a fazer, entre em contato com redacao@brasil247.com.br.
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no Telegram do 247 e no canal do 247 no WhatsApp.
Apoie o jornalismo independente do 247:







Participe da discussão