Opinião

Back in the USSR

“Uma juíza de Direito, no Rio de Janeiro, solicitou um intérprete da União Soviética para atender um um turista da Ucrânia, preso pela polícia local, sob acusação de furto”, relata o jornalista Leandro Fortes. “Esse é o nível dos concurseiros da classe média que tomaram conta do Poder Judiciário e do Ministério Público, em todo…

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Por Leandro Fortes, do Jornalistas pela Democracia  Uma juíza de Direito, no Rio de Janeiro, solicitou um intérprete da União Soviética para atender um um turista da Ucrânia, preso pela polícia local, sob acusação de furto.

Ao descobrir que a URSS não existe, desde 1991, a magistrada, então, solicitou que viesse um tradutor da Rússia. Chamar um tradutor ucraniano, nem pensar: boa parte dessa gente está prisioneira na Guerra Fria, junto com a massa de idiotas que votou em Bolsonaro.

Esse é o nível dos concurseiros da classe média que tomaram conta do Poder Judiciário e do Ministério Público,  em todo o Brasil. 

Analfabetos funcionais que decoraram os códigos para passar nas provas, mas são ignorantes e preconceituosos em níveis radioativos em tudo o mais.

Inseguros, se tornam autoritários e reacionários, a serviço quase que exclusivamente das classes dominantes e dos interesses do selvagem poder econômico nacional.

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