247 – Entrou em vigor nesta quinta-feira (22) o primeiro e único pacto internacional pela proteção dos direitos humanos dos ambientalistas. O Acordo de Escazú foi firmado entre países da América Latina e do Caribe, mas o Brasil de Jair Bolsonaro não aderiu.
A América Latina concentra 60% de todos os assassinatos contra os ativistas que defendem o meio ambiente e é considerada uma das regiões mais perigosas para essas pessoas, segundo o G1.
“Em 2019, foram mortos 210 defensores ambientais no mundo, dois terços em nossa região e em 2020 foi pior”, disse a secretária-geral da Cepal, entidade que promoveu o tratado junto com a Costa Rica, Alicia Bárcena.
O Acordo de Escazú tem como objetivo proteger o meio ambiente e a saúde da população, principalmente dos povos indígenas. Além disso, o tratado tenta promover a participação pública, o acesso à informação e a justiça em questões ambientais.
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