Ciro Gomes começou na política como jovem militante da Arena, partido de apoio à ditadura.
Com a abertura, foi para o PMDB, mais tarde o PSDB e depois andou por vários legendas até assumir o papel vergonhoso de hoje, de político cheio de ódio e espalhador de fake news, desagregador.
Sua trajetória é oposta à de figuras como Teotônio Vilela e Ulysses Guimarães. Eles apoiaram a ditadura no início, reviram a posição e, na idade madura, tiveram atuação heroica em favor do Brasil.
Já Ciro, na velhice, assume um comportamento canalha e se reencontra com suas origens. Talvez ele nunca as tenha abandonado – apenas enganou a muitos durante algum tempo.
Seu verdadeiro compromisso é com o projeto de poder da família Ferreira Gomes, vinculada no passado ao “coronel” César Cals, expoente da ditadura.
Quando citou Cabo Anselmo ontem depois de ser vaiado, vi ato falho. Tenho para mim que falava de si mesmo.
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