247 – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, determinou a retirada da Guarda Nacional das cidades de Chicago, Los Angeles e Portland. A decisão encerra a presença das tropas federais nessas localidades, onde atuavam sob a justificativa de reforçar a segurança pública e conter a criminalidade. A medida foi tomada após a Suprema Corte dos Estados Unidos bloquear o plano do governo Trump de manter forças federais em Chicago para proteger agentes do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE). As informações são da Sputnik Brasil.
Decisão da Casa Branca após impasse judicial
A Suprema Corte avaliou que o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não poderia empregar a Guarda Nacional nesse tipo de operação, estabelecendo limites ao uso das tropas em ações de segurança interna. O tribunal reforçou o entendimento de que a atuação da Guarda deve respeitar a autonomia dos estados e não pode ser utilizada como instrumento permanente de policiamento federal.
A decisão representou um revés jurídico para o governo federal, que defendia a ampliação da presença militar em grandes centros urbanos como resposta ao aumento da violência e às ações relacionadas à imigração.
Reação dos estados e limites ao poder federal
Governadores e procuradores-gerais democratas de estados como Califórnia e Illinois reagiram de forma positiva à retirada das tropas. Para essas autoridades, a saída da Guarda Nacional simboliza uma vitória institucional e um reforço ao equilíbrio entre os poderes, além de um freio às tentativas de federalização da segurança pública.
As lideranças estaduais também destacaram que a segurança interna deve permanecer sob responsabilidade dos governos locais, conforme previsto na Constituição dos Estados Unidos.
Governo mantém ameaça de novas intervenções
Apesar da retirada, o governo deixou claro que a decisão pode ser revista. A Casa Branca afirmou que as tropas poderão retornar caso os índices de violência voltem a crescer e indicou que novas ações poderão ser adotadas com base na Lei da Insurreição, mantendo aberta a possibilidade de futuras intervenções federais em cidades consideradas estratégicas.
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