Perguntei ao ex-conselheiro e ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado de S. Paulo, Antônio Roque Citadini, se é correto exigir que Toffoli se afaste, por suspeição, da relatoria do caso Master, em razão de seus parentes terem vendido ações do resort Tayayá ao fundo Arleen, um dos elos da pirâmide que roubou bilhões de reais de clientes do banco-bandido.
Eis o que ele respondeu:
“Eu acho que o fato de seus parentes terem vendido as ações para um fundo-bandido, se isso comprometer o Toffoli, você não pode mais sair na rua! Porque, hoje em dia, quase todos os fundos, bancos, estão comprometidos! Eu acho um exagero! O que está acontecendo com o Toffoli é que juntaram todos os inimigos dele. Os antigos, os atuais e os futuros. E ele também, vamos dizer assim, está facilitando o jogo dos adversários. É isso que está acontecendo com ele! Qualquer medida que ele tome, ele será criticado de qualquer jeito. E não nos esqueçamos que essa questão do Banco Master virou uma guerra de influências por tudo quanto é lado. A favor, contra, no meio, de um bando, do outro…”
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