Opinião

A solidariedade de Cuba na libertação da África

Foi graças ao heroísmo dos revolucionários internacionalistas cubanos que o apartheid sul-africano sofreu sua mais fragorosa derrota

Bandeira de Cuba
Siga o 247 no Google Notícias Seguir no Google Notícias Adicione o Brasil 247 como fonte preferencial no Google Apoie o jornalismo independente Apoie o 247

Neste vídeo da série A África de Lumumba, o professor queniano Patrick Lumumba faz um emocionado e emocionante relato da participação de forças internacionalistas da Cuba Revolucionária no processo de lutas dos povos africanos para pôr fim a sua subjugação colonial.

Como sabemos, os povos da África estão entre as mais sofridas vítimas da expansão colonialista europeia, que ganhou força em meados do século XV. Seus territórios continuavam, em boa parte, ocupados e controlados por potências europeias até bem avançado o século XX.

A participação cubana nesta luta emancipatória africana teve início com a vitória da Revolução comandada por Fidel Castro, e foi fundamental para definir o desenlace de vários dos processos. Foi graças à firmeza e ao heroísmo dos revolucionários internacionalistas cubanos que o apartheid sul-africano sofreu sua mais fragorosa derrota, aquela que acabou por levar à extinção do oprobrioso sistema de discriminação racial que fora introduzido na África do Sul por colonialistas holandeses.

Por isso, é muito importante dedicar atenção aos relatos contidos neste curto vídeo, pois eles vêm de um intelectual africano que conhece por experiência o significado da fraternidade internacionalista. Através dos mesmos, podemos obter detalhes valiosos sobre o papel solidário desta pequena e agredida nação caribenha, que há quase setenta anos vem sofrendo um monstruoso e criminoso assédio por parte da maior potência imperialista da atualidade, ou seja, os Estados Unidos.

❗ Se você tem algum posicionamento a acrescentar nesta matéria ou alguma correção a fazer, entre em contato com redacao@brasil247.com.br.

Cortes 247

Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.

Participe da discussão

Acompanhe as
últimas notícias