Presenciamos o impensável no Brasil. Às vésperas da eleição, em vez de governabilidade, a família-quadrilha Bolsonaro ameaça o país com o inferno.
O discurso do capitão fascista, transmitido ao vivo para a Avenida Paulista, é algo que nem Hitler ou Mussolini ousaram pronunciar em suas trajetórias rumo ao poder (aqui).
Não é que ele tenha falado em uma reunião privada e o discurso tenha vazado. Ele pronunciou em praça pública e espalhou em sua página do Facebook.
Ele diz que, uma vez eleito, os opositores irão para a cadeia ou o exílio. “Esses marginais vermelhos serão banidos de nossa pátria” -chegou a este ponto o discurso do fascista.
Bolsonaro disse que Lula irá “apodrecer na cadeia”, afirmou que Haddad e Lindbergh abrirão a lista de presos, que a Folha de S. Paulo será fechada e indicou que haverá censura à imprensa.
Anunciou que a polícia terá mãos livres para a repressão política e que o MST será tratado como organização terrorista.
Às vésperas da eleição, em vez de governabilidade, o neofascista anuncia que o país pode estar às portas do inferno.
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