Mudança brusca na comunicação do governo. Bolsonaro recriou o ministério das Comunicações, nomeou o genro de Silvio Santos para a pasta, tirou Wajngarten da Secom e o realocou na secretaria-executiva do novo ministério.
Teremos uma nova realidade para combater. Bolsonaro deixará as declarações ‘atiça-fascismo’ e vai se enquadrar – finalmente, para muita gente – na ‘mesa com talheres’ da elite cheirosa brasileira.
Os movimentos da ‘frente ampla’ lhe fizeram esse favor.
Suas declarações recentes em defesa dos jornalistas, da liberdade e da democracia atestam esse cavalo de pau na estratégia – sem contar o tuíte sobre a Força expedicionária Brasileira, destacando a multietnicidade das tropas e a vitória sobre o – pasmem – fascismo.
O inimigo agora é outro (mas continua sendo o mesmo).
Assista a análise de Gustavo Conde sobre o novo cenário na comunicação do governo:
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