Opinião

Como morrem as candidaturas

“Faleceu hoje, em Londres, a candidatura de Bolsonaro. Estava marcada para morrer no dia 2 de outubro, mas Bolsonaro resolveu matá-la hoje”, ironiza Solnik

Jair e Michelle Bolsonaro
Siga o 247 no Google Notícias Seguir no Google Notícias Adicione o Brasil 247 como fonte preferencial no Google Apoie o jornalismo independente Apoie o 247

Depois de uma longa e tenebrosa agonia durante a qual todos os remédios “off label” foram utilizados, faleceu hoje, em Londres, a candidatura de Bolsonaro à presidência da República.

A princípio, segundo todos os diagnósticos, ela estava marcada para morrer no dia 2 de outubro, mas Bolsonaro resolveu matá-la hoje, para enterrar no mesmo funeral da rainha e assim economizar mais um dinheirinho em espécie.

Além de ser mais chique para alguém como ele, que mora num palácio, casou com uma princesa e cujo sangue nunca foi vermelho. 

O desenlace se deu no balcão da embaixada do Brasil, na Cockspur St. 14-16, durante o seu animado comício em meio ao luto nacional. A causa-mortis está sob sigilo por 100 anos. 

A família pede que não mandem coroas nem flores. Prefere que mandem pix.       

❗ Se você tem algum posicionamento a acrescentar nesta matéria ou alguma correção a fazer, entre em contato com redacao@brasil247.com.br.

Cortes 247

Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.

Participe da discussão