Parece que está saindo muito alta mesmo a conta para Temer se manter na presidência da República.
Os preços dos deputados estão pela hora da morte.
Primeiro foi o aumento da gasolina. Mas não adiantou. Agora, o governo anuncia o PDV.
Não, não é o nome de um novo partido; é o Programa de Demissão Voluntária de empregados do governo federal.
Em outras palavras: Temer quer aumentar ainda mais a taxa de desempregados do país, com a desculpa de que, assim, vai economizar 1 bilhão por ano.
Convenhamos: é uma economia de pinga comparado a um plano muito melhor que já tenho engendrado.
Pretendo lançar o PDVT – Programa de Demissão Voluntária de Temer.
Com apenas um desempregado a mais o governo vai economizar ao menos 1 bilhão por mês, que é o que foi gasto para convencer os deputados de que “ruim com Temer, pior sem Temer” somente em julho. Sabe-se lá quanto ainda vai se gastar se o leilão continuar.
Aderindo ao PDVT, o atual ocupante do Palácio do Planalto poderá morar nos porões do Palácio do Jaburu até o fim de 2018, SEM tornozeleira e, como bônus, terá à disposição um telefone com misturador de vozes!
Poderá receber visitas – de meia-noite às seis da manhã – só de condenados, presos ou investigados da Lava Jato, tais como Eduardo Cunha, Geddel Vieira Lima, José Yunes, Henrique Eduardo Alves, Eliseu Padilha e Moreira Franco.
Um de cada vez, para evitar homicídios.
E ainda terá à sua disposição psiquiatras de plantão 24 horas para explicar os pesadelos que vem tendo com vacas, salsichas e malas.
Se eu fosse Temer, aceitaria na hora.
Sair enxotado pela porta dos fundos, que é por onde saíram todos os ditadores brasileiros – desde D. Pedro I – é muito pior.
❗ Se você tem algum posicionamento a acrescentar nesta matéria ou alguma correção a fazer, entre em contato com redacao@brasil247.com.br.
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no Telegram do 247 e no canal do 247 no WhatsApp.
Apoie o jornalismo independente do 247:







Participe da discussão