Por Leandro Fortes, do Jornalistas pela Democracia
Bolsonaro foi visitar George W. Bush sem avisar, como o idiota inconveniente que sempre foi, movido pela inveja infantil que ele, Ciro Gomes e Fernando Henrique Cardoso têm de Lula.
Na entrevista à Folha de S. Paulo e ao El País, Lula revelou a proximidade que tinha com Bush, com quem trocava ideias, impressões e estratégias diplomáticas. Eram diferentes em tudo, mas compreendiam plenamente a dimensão histórica de cada um.
Sem convite, penetra internacional, Bozo foi a Dallas, às custas do erário, levar a cabo uma farsa. Não foi convidado, não houve prêmio algum, foi rejeitado por onde quer que passasse. Mais um vexame mundial.
Covarde, fugiu das manifestações e xingou os manifestantes. Largou, inclusive, o filho, Flávio, à própria sorte no tsunami de acusações que vão de lavagem de dinheiro a formação de quadrilha.
No Brasil, foi substituído por Ciro Gomes, pote até aqui de mágoa, credenciando-se como novo anti-Lula, naufragando junto com a meia dúzia de ressentidos que conseguem enxergar nele alguma sombra de razão.
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