A fonte do Intercept pode ser de dentro da própria Lava Jato.
Existem muitos indícios favoráveis para se cogitar essa hipótese.
O fato de todos os diálogos revelados até o presente estarem pivoteados no celular de Deltan Dallagnol e nos grupos de Telegram da força-tarefa, é forte evidência de que possa ter havido alguma dissidência interna.
As revelações escabrosas acerca dos negócios espúrios do Dallagnol, assim como a manipulação político- partidária da Lava Jato pode ter decepcionado aqueles agentes públicos que, de boa fé, julgavam combater a corrupção.
Moro e Dallagnol sabem dessa possibilidade, e isso os deixa tremendamente aterrorizados.
Na tentativa desesperada de encontrar saídas, eles se enredam cada vez mais com suas tramóias que vão sendo, uma a uma, desmascaradas.
Está demonstrado à exaustão que a versão estapafúrdia dos supostos hackersde Araraquara não passa de mais uma armação do Moro.
A identidade da fonte do Intercept é absolutamente irrelevante.
O único que importa para o pouco que subsiste de legalidade no país e que é relevante para o interesse público, é o conteúdo revelado.
E esse conteúdo é mortal para Moro, Dallagnol e a gangue de Curitiba que jogou o país no precipício do fascismo.
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