Na disputa entre o PT e a Fazenda, Lula ficou com a Fazenda. Deu razão ao ministro Haddad. Ouviu os números.
Os preços da gasolina e do etanol foram reduzidos artificialmente por Bolsonaro. Continuar como estão seria compactuar com essa política suicida, que não resolve os problemas da inflação, nem da Petrobrás, nem dos consumidores, nem das classes mais baixas.
Os impostos suprimidos, Cofins e PIS destinam verbas para a saúde, a assistência social e os trabalhadores. Em janeiro, R$5,6 bilhões deixaram de entrar no caixa.
Lula prometeu, na campanha, atuar para baixar os preços dos combustíveis, mas não cortando benefícios dos que mais precisam.
Foi bom constatar que o presidente da República não impôs a sua autoridade hierárquica, como se temia.
Haddad saiu maior dessa disputa. E Lula também.
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